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Frase de Lyah dos Anjos

AUTORES DO AMOR Somos todos, somos nenhuns Umas vezes nós, outras vezes eles Em alguns momentos, todo mundo, noutros eu Somos assim autores do amor Ora aqui, outrora acolá... Desencadeio grandes desvaneios, volto a mim Te desencadeias de mim, formas nós dois Me afasto, recuo... me repeles, recuas Somos íman e metal, côncavo e convexo Agora Íman em Íman Sou eu em ti, nós em você... Sou perdição em tua rendição... És saudades, rumor com grandes contorvérsias Agora sou de novo eu, somente És tu ali, diante de mim... Pisco os olhos somos os dois novamente Mal pisquei de novo, es tu em mim e por mais um pouco Somos so alegria, não!!! tristeza, oh! emoção És lagrimas e eu afagos, sou conforto, so para ti Te miro, me olhas... somos egoísmo Possessivos, te tenho nas mãos!!! Me guardas no coração!!! Suspiramos... Te volto a perder, me encontras no trocar de mãos Mudas de endereço, te procuro, tu me achas Pensas que me chamas, não!!! Não te ouço. Tu me ouves De novo me encontras, desta vez eu me perco, não estás aí Me desolo, desta vez é para sempre, sou lamúrias Sim, es alucionações... Somos Melancolia e lamentos... gritamos, nos sufocamos Não!!! estamos solitários, não falamos, Se choramos, interiorizamos... somos vazio Metades incompletas, projectos inacabados... vãos Faz-se ponte, es minha sombra, sou teu corpo desnudo Sou de novo eu teu iman, meu metal Ja não sou tu, és nós!!! Somos nós O abraço quente no frio gélido do inverno Es verão, estação sem definição Somos fogo, ardemos de paixão Sorrisos meigos, caricias ardentes Somos almas uniovulares, pedaços do mesmo céu!!! Somos Autores do amor, nos amamos e não nos definimos!!! Somos concerto único, um vão de desconcertos... Somos assim, mim em tu, ti em eu... descomandados amantes Somos amor... apenas eu e tu!!!

Lyah dos Anjos

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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VIAJAR NO MEU PEQUENO EU Me encontro aqui, sentada a deambular entre meus ínfemes e míseros pensamentos... sem muito no que pensar No meio de um nada e em minha constante e feliz melancolia.
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VIAJAR NO MEU PEQUENO EU Me encontro aqui, sentada a deambular entre meus ínfemes e míseros pensamentos... sem muito no que pensar No meio de um nada e em minha constante e feliz melancolia. Passam-se os anos eu mudo, reviro-me e me reencontro aqui num mar de contrastes... Mil perguntas passam pela imensidão do meu cérebro, perguntas parvas de respostas concretas e desconjugáveis. Mudam-se-me os nomes, permanecem-me os apelidos e meus contrastes, me perco em mim... morro em minhas atitudes e ressuscito em meus contrastes. Outra vez, a mesma sensação... de novo a mesma dor da perda me consome. o que falta em mim? o que a complicada simplicidade que me rodeia roubou de mim desta vez? Algures perdi algo que não consigo encontrar, mas onde se não sai daqui, encontro-me a séculos nesta mesma monotonia.... Ohhh!!! Agora entendo tudo... é essa monotonia que me consome, me rouba todo nada que consigo... não aguento mais isso!!!! Mas espera aí!!!!! Que monotonia? Como sei eu que isso é monotonia se não conheço outro estado de vida se não essa latessencia em que me encontro? ohh! Injusta de mim... condeno-me sempre a um mundinho de desesperos e futilidades úteis... apresso-me a julgar o modelo medíocre de vida numa linear constante. Mas como posso eu querer ou ainda exigir de mim uma aderência a uma vida mais apreciável se é só esta a realidade que conheço... se minha fraca e fértil imaginação nunca viajou por outros campos se não a oscuridade da minha própria realidade? Daí me ponho aqui sentada no meio a nada e uma vez mais viajo e percorro o interior do meu pequeno eu, numa corrida lenta e rotineira que não me cansa, e apesar de exausta me alegro com as tristezas que revivo.

QUE SE DANE O MUNDO!! Estou cansada de tanto perfeccionismo, tantas regras e convecções. Estou farta de gente, coisas, e tudo o que os compõe! Estou de costas viradas para o mundo, ando com a cabeça na lua e o pensamento nas estrelas, Quero me cegar!!!!
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QUE SE DANE O MUNDO!! Estou cansada de tanto perfeccionismo, tantas regras e convecções. Estou farta de gente, coisas, e tudo o que os compõe! Estou de costas viradas para o mundo, ando com a cabeça na lua e o pensamento nas estrelas, Quero me cegar!!!! Nao quero ver ninguém, não quero ouvir apenas gritar, quero ralhar e enxotar tudo que se aproxime!!! Estou farta de leis, regras tudo que se vire para me dar ordens, eu quero mais acção, mais liberdade e até libertinagem... Sim, porque não sair nua pelas ruas, as cambalhotas, brincar na chuva e dar piruetas ao sabor do vento? Estou louca, varrida e indignada... quero sair, levar a minha bagagem e me mudar para marte, melhor quero que todo mundo se mude para marte ou sei la... quero que o mundo se dane, se exploda... não me interessa!!! Não quero ver quem me acorrenta, nem os acorrentados estou a me danar para tudo isso. Pelo simples facto de eu não aturar a hipocresia que cobre o mundo, o nosso efeito estufa não é apenas o que está a acontecer na camada de ozono, mas o que acontece na sociedade que me encontro, todos usamos o véu da vergonha para cobrir nossas trapalhadas. Então, se assim é , porque não sair por aí pelada e dar a louca assumidamente se ja o fazemos em outros termos? Não quero que me critiquem, porque ruínas são ruínas não importa onde, não importa se queimou no incendio ou desabou com o vento, não deixam de ser ruínas. Então, não quero que as ruínas de pessoas me critiquem pela ruína que quero ser. Sim, estou brigada como o mundo, e não estou a dar o primeiro passo para os acordos de paz, não estou a declarar guerra, não preciso fazer isso, estou apenas a cortar relações. Não sei como se corta relações com a casa que tu amas, mas estou mesmo a fazer isso!!! Quero que o mundo se dane até eu me danar com ele!

"QUEM DERA QUE ONTEM VOLTASSE A ACONTECER" Aquela sensação de ter comigo algo unico Que talvez jamais volte a ter
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"QUEM DERA QUE ONTEM VOLTASSE A ACONTECER" Aquela sensação de ter comigo algo unico Que talvez jamais volte a ter Algo que sempre desejei e que sabia que ontem estava indo para sempre... Ah!!! Como desejei ser dona do mundo ontem Não que minha pretensão esteja acima dos designios de Deus Longe de mim... Apenas porque minha dor era maior k o peso do mundo So ontem, eu realmente chorei, e chorei de mais Aquela sensação do Déjà vu mal definida O ter k te deixar partir sem vontade de te largar Ontem foi assim... Ai eu vi o quanto fraca eu sou e como doi a partida Pior que a saudade é a certeza que não haverá volta Quem me dera que ontem voltasse a acontecer Não pelo prazer da dor de te ver partir Apenas pela felicidade de te ter ai pertinho de mim Nem que seja numa triste despedida. Ontem tudo o que eu queria era chorar Tinha tanto para te dizer e nem sequer abri a boca Sabia que apesar de não me ouvires tinhas a certeza do que eu te queria dizer, sempre quiz e agora que te posso dizer... Nada mais te posso dizer senão que ontem foi o dia que eu n quiz que terminasse.