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Frase de Vinícius Coutinho

Para Letícia Patrocínia. Queixo pequeno, olhos famintos, cabelos radiantes, boca inteligentemente calada. Obvio que estou diante de minha cara-metade. Caramba! Como posso ser assim? Estes pensamentos poderiam falar por mim. Eu estava afim de escrever um livro tentando explicar como eu gosto de você... Loucura? Hehe pois é.. Nem tudo é o que parece. Eu pareço nem olhar para você... Pois é.. Eu pareço não querer te ver... Pois, é assim que me vejo: longe e desiludido, fraco e fingido. Lembre-se de seus primcipios: viver e amar quem te ama. Eu te amo, caramba! Te amo pra caramba! Até mais, se duvidar... Admirei quando tentou ser legal comigo. Eu, como sempre, mal pude me expressar, e deixei a vida te levar... Aonde vou eu assim? Morar por mim, até o fim? Melhor deixar claro que estou frente a um problema que exige soluções. Daqueles que esquecem as leis da física e esquecem as leis de Deus. Juntem as leis da vida. Sério que serei ferida. Permanecerei, perecerei, perderei a fé na vida. Só queria terminar de explicar como te amo tanto. Não tanto assim. Só um tanto assim, sabe? Não faço ideia... Esqueça a luz no fim do túnel. É só uma TV no fim do mundo. Mundo esse que não me aceita. Que não me entende. Que não pensa duas vezes antes de nos separar. É verdade... Veremos o que farei... Te amo, minha vida.

Vinícius Coutinho

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Pensador.com

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Outras frases de Vinícius Coutinho

Eu nunca tive medo da queda, eu nunca tive medo do escuro. E não avançava por medo de não conseguir manter a respiração. Eu nunca andava perto da beira, por medo de me afogar. E ficava longe dali, com medo de acontecer... Mas, quando a encontrei, nunca mais tive medo do mar, do…
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Eu nunca tive medo da queda, eu nunca tive medo do escuro. E não avançava por medo de não conseguir manter a respiração. Eu nunca andava perto da beira, por medo de me afogar. E ficava longe dali, com medo de acontecer... Mas, quando a encontrei, nunca mais tive medo do mar, do mais profundo oceano. E mesmo sabendo que iria me afogar, poderia me jogar de cabeça no mar.

A paz que você me levou de graça Eu quero paz, quero viver mais sem mim, assim, por ser, eu mesmo. Viver isto, cansar de estar com um sorriso só. Compartilhar a solidão de ser um sol à morrer. O que? Isso é muita depressão? Então terei que segurar essa minha indagação. Isso é se…
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A paz que você me levou de graça Eu quero paz, quero viver mais sem mim, assim, por ser, eu mesmo. Viver isto, cansar de estar com um sorriso só. Compartilhar a solidão de ser um sol à morrer. O que? Isso é muita depressão? Então terei que segurar essa minha indagação. Isso é ser feliz, ser bom de coração? Felicidade grita nas asas da solidão. Terei de ser eu mesmo, infelizmente sei bem como o fazer. Eu tenho muito a dizer. Mas será que serei o que quero ser? É triste aguentar esse eu que ganhei. Não pedi para ter essa vida estragada, preciso de mais alma enlatada. Espero que entendam que isso é verdade. Minha vida, sua casa, nosso parque de diversões. Nossas divisões. Entendam, sou eu. Esqueçam! Sou meu. Eu queria escrever algo que fizesse sentido. Organizar minha mente em uma linha, como um metido. Sério, serei aquele que a levou. Acertei que este te amargou. Matou o pouco que lhe sobrava. Avenida transformada em uma grande estrada de vazias duplas faixas. Trazia a tua paz, a paz que eu pedi. Pois quis viver sem mim. Agora sou assim, sem saber se sou quem seu, meu? Acho bem difícil. Farei questão do vício que tenho que levar. Terei de me afastar dessa falta de razão. Todos agora cantam sua canção. Serei seu, se meu amor lhe resguardar dessa gente estranha que só pensa em amar. Esses versos que eu tenho que levar nas costas junto com o que você não quis ficar, é tudo que me sobrou, exceto o que ficou faltando me levar acima do que eu tenho que carregar, em cima do que eu já não sei cantar. Cantei para sua paz, embora já não há mais sentido eu ficar querendo te guardar. Se nem mais me insiste que você não existe. Terei que enfim sorrir e cantar, para que, no fim, eu volte a sonhar...

Bombas caem agora, terroristas pedem paz. E você aí, querendo viver... Bombas são culpadas, mas, coitadas, nada podem fazer. Para que você quer boca, se quando a bomba beijar o chão, nossas bocas se fecharão? Para que você quer olhos, se quando a bomba ver o céu, nós veremos o in…
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Bombas caem agora, terroristas pedem paz. E você aí, querendo viver... Bombas são culpadas, mas, coitadas, nada podem fazer. Para que você quer boca, se quando a bomba beijar o chão, nossas bocas se fecharão? Para que você quer olhos, se quando a bomba ver o céu, nós veremos o inferno? Porque pedir paz e acabar correndo atrás de mais ideais? Pobres mortais... Será que é pedir demais? Veja no escuro, escute o silêncio. Somos só nós mesmos lutando pela sobrevivência e pela permanência de nossa ignorância. Santa lembrança... Esquecemos de ligar para o mais importante, restou o insignificante lembrar de como mudar? E estar sempre prontos para a mudança, perdoem nossos hábitos e nossa insignificância. Não é por mal, não sou igual, mas sou normal. Diferente? Uau! Espanto normal, daqueles que, no final, não fazem muito mal.

Apenas um mundo normal. Em um lugarzinho no meio do nada, Viviam 7 bilhões de pessoas.
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Apenas um mundo normal. Em um lugarzinho no meio do nada, Viviam 7 bilhões de pessoas. Em meio a riscos e epidemias, Eles vendiam discografias. Em uma cidadezinha longe das capitais, Viviam cidadãos normais. Pois não podiam, em meio a terminais, Comprar seus ideais... Em uma vila desamparada, Viviam algumas famílias, coitadas. Não tinham televisão E ficavam sem alienação. Em aeroportos internacionais, Viviam traficantes profissionais. Compravam alguns policiais Para terem drogas comerciais. Em meio a tanto barulho, Vivia um jovem meio mudo. Não falava muito alto Para não mudar o mundo. Em uma estória mal contada, Alguém tentou comprar as fadas. E disse "Não foi nada", Para o azar de quem sonhava...