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Frase de Vinícius Coutinho

A paz que você me levou de graça Eu quero paz, quero viver mais sem mim, assim, por ser, eu mesmo. Viver isto, cansar de estar com um sorriso só. Compartilhar a solidão de ser um sol à morrer. O que? Isso é muita depressão? Então terei que segurar essa minha indagação. Isso é ser feliz, ser bom de coração? Felicidade grita nas asas da solidão. Terei de ser eu mesmo, infelizmente sei bem como o fazer. Eu tenho muito a dizer. Mas será que serei o que quero ser? É triste aguentar esse eu que ganhei. Não pedi para ter essa vida estragada, preciso de mais alma enlatada. Espero que entendam que isso é verdade. Minha vida, sua casa, nosso parque de diversões. Nossas divisões. Entendam, sou eu. Esqueçam! Sou meu. Eu queria escrever algo que fizesse sentido. Organizar minha mente em uma linha, como um metido. Sério, serei aquele que a levou. Acertei que este te amargou. Matou o pouco que lhe sobrava. Avenida transformada em uma grande estrada de vazias duplas faixas. Trazia a tua paz, a paz que eu pedi. Pois quis viver sem mim. Agora sou assim, sem saber se sou quem seu, meu? Acho bem difícil. Farei questão do vício que tenho que levar. Terei de me afastar dessa falta de razão. Todos agora cantam sua canção. Serei seu, se meu amor lhe resguardar dessa gente estranha que só pensa em amar. Esses versos que eu tenho que levar nas costas junto com o que você não quis ficar, é tudo que me sobrou, exceto o que ficou faltando me levar acima do que eu tenho que carregar, em cima do que eu já não sei cantar. Cantei para sua paz, embora já não há mais sentido eu ficar querendo te guardar. Se nem mais me insiste que você não existe. Terei que enfim sorrir e cantar, para que, no fim, eu volte a sonhar...

Vinícius Coutinho

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Vinícius Coutinho

Eu nunca tive medo da queda, eu nunca tive medo do escuro. E não avançava por medo de não conseguir manter a respiração. Eu nunca andava perto da beira, por medo de me afogar. E ficava longe dali, com medo de acontecer... Mas, quando a encontrei, nunca mais tive medo do mar, do…
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Eu nunca tive medo da queda, eu nunca tive medo do escuro. E não avançava por medo de não conseguir manter a respiração. Eu nunca andava perto da beira, por medo de me afogar. E ficava longe dali, com medo de acontecer... Mas, quando a encontrei, nunca mais tive medo do mar, do mais profundo oceano. E mesmo sabendo que iria me afogar, poderia me jogar de cabeça no mar.

Bombas caem agora, terroristas pedem paz. E você aí, querendo viver... Bombas são culpadas, mas, coitadas, nada podem fazer. Para que você quer boca, se quando a bomba beijar o chão, nossas bocas se fecharão? Para que você quer olhos, se quando a bomba ver o céu, nós veremos o in…
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Bombas caem agora, terroristas pedem paz. E você aí, querendo viver... Bombas são culpadas, mas, coitadas, nada podem fazer. Para que você quer boca, se quando a bomba beijar o chão, nossas bocas se fecharão? Para que você quer olhos, se quando a bomba ver o céu, nós veremos o inferno? Porque pedir paz e acabar correndo atrás de mais ideais? Pobres mortais... Será que é pedir demais? Veja no escuro, escute o silêncio. Somos só nós mesmos lutando pela sobrevivência e pela permanência de nossa ignorância. Santa lembrança... Esquecemos de ligar para o mais importante, restou o insignificante lembrar de como mudar? E estar sempre prontos para a mudança, perdoem nossos hábitos e nossa insignificância. Não é por mal, não sou igual, mas sou normal. Diferente? Uau! Espanto normal, daqueles que, no final, não fazem muito mal.

Apenas um mundo normal. Em um lugarzinho no meio do nada, Viviam 7 bilhões de pessoas.
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Apenas um mundo normal. Em um lugarzinho no meio do nada, Viviam 7 bilhões de pessoas. Em meio a riscos e epidemias, Eles vendiam discografias. Em uma cidadezinha longe das capitais, Viviam cidadãos normais. Pois não podiam, em meio a terminais, Comprar seus ideais... Em uma vila desamparada, Viviam algumas famílias, coitadas. Não tinham televisão E ficavam sem alienação. Em aeroportos internacionais, Viviam traficantes profissionais. Compravam alguns policiais Para terem drogas comerciais. Em meio a tanto barulho, Vivia um jovem meio mudo. Não falava muito alto Para não mudar o mundo. Em uma estória mal contada, Alguém tentou comprar as fadas. E disse "Não foi nada", Para o azar de quem sonhava...

Dia de minha criatividade. Por assim viver, sem ser, estilo do meu eu. Sou seu, perto demais? Ficarei aqui atrás. Por assim cansei, cantei uma canção. Cantigas do meu ser, serei desse jeito. Confimo meu direito. É verdade? Não, minto, não sinto, mas prazer te conhecer. O que mai…
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Dia de minha criatividade. Por assim viver, sem ser, estilo do meu eu. Sou seu, perto demais? Ficarei aqui atrás. Por assim cansei, cantei uma canção. Cantigas do meu ser, serei desse jeito. Confimo meu direito. É verdade? Não, minto, não sinto, mas prazer te conhecer. O que mais pretende ver? Estudo tal meu ser. Não critico em meus poemas essas grandes mentes pequenas. Verdade, minha imagem cansou de respingar. Já é tarde, agora é hora de, enfim, poder voar. Não encontro em minha mente essa gente de amanhãs, tal idade minha linha, sozinha, enfim começa a ser a roupa que carrega o corpo da criança. Em minha lembrança há esperanças de um futuro igual a ontem, longe, mas melhor do que agora. Lá fora, há verdade e há razão. Em função de ser, quem não posso ver. Por fim, em mim, venho assim lembrar. Que por sorte pura, ou liberdade, fruto de capacidade, hoje tenho a felicidade do dia de minha criatividade.