Frase de Claudia Rodgers
"Ter o dinheiro como Deus é juntar um tesouro sem valor"
No pensador.ai desde
"Ter o dinheiro como Deus é juntar um tesouro sem valor"
No pensador.ai desde
Solidão é estar longe de quem te faz bem, é estar com muita gente mas não ver ninguém. Solidão é chegar em casa e perceber que vai dormir sem falar do seu dia, é a certeza de que não terá para quem dar um bom dia. Solidão é andar pela casa procurando um sentido e se contentar com…
Solidão é estar longe de quem te faz bem, é estar com muita gente mas não ver ninguém. Solidão é chegar em casa e perceber que vai dormir sem falar do seu dia, é a certeza de que não terá para quem dar um bom dia. Solidão é andar pela casa procurando um sentido e se contentar com um latido. Solidão é andar pela rua procurando "sei lá o quê" e voltar para casa e procurar o que fazer. Solidão dói na alma e vc chora mesmo sem querer.
A lua sobe devagar, como quem não quer interromper o silêncio delicado da noite. Ela ilumina sem pressa,
A lua sobe devagar, como quem não quer interromper o silêncio delicado da noite. Ela ilumina sem pressa, toca os telhados, os caminhos, e encontra, sem esforço, os olhos de quem sabe sentir. Há nela uma beleza que não grita, mas permanece. Uma luz que não cega, mas guia. E talvez seja por isso que eu penso em você. Porque, assim como a lua, o seu amor não precisa de excessos. Ele chega manso, constante, preenchendo espaços que antes eram vazios, clareando partes de mim que eu nem sabia que existiam. Se a lua é o abraço da noite, você é o meu abrigo no tempo. E, quando o céu se abre em prata e silêncio, eu entendo, sem dizer nada, que amar você é como olhar para a lua: um encanto que nunca se esgota, e sempre encontra um jeito de voltar.
Solidão ou Solitude? Há um instante em que o silêncio pesa, como se o mundo tivesse esquecido o meu nome.
Solidão ou Solitude? Há um instante em que o silêncio pesa, como se o mundo tivesse esquecido o meu nome. A casa respira devagar, e cada canto guarda um eco que não responde. Chamavam isso de solidão. Mas o tempo, esse artesão invisível, foi mudando a textura dos dias. O vazio deixou de ser ausência e virou espaço. Aprendi a ouvir o que antes doía: o som do vento na janela, o compasso tranquilo do meu próprio existir, a leveza de não precisar ser para ninguém além de mim. E então, quase sem perceber, a solidão se desfez em outra coisa— mais mansa, mais inteira. Virou solitude. Agora, o silêncio não pesa: acolhe. Não cobra: oferece. É um lugar onde me encontro sem pressa, sem ruído, sem máscara. E nesse encontro sereno, descubro que nunca estive só— apenas não tinha ainda aprendido a me fazer companhia.