Frase de Claudia Rodgers
A lua sobe devagar, como quem não quer interromper o silêncio delicado da noite. Ela ilumina sem pressa, toca os telhados, os caminhos, e encontra, sem esforço, os olhos de quem sabe sentir. Há nela uma beleza que não grita, mas permanece. Uma luz que não cega, mas guia. E talvez seja por isso que eu penso em você. Porque, assim como a lua, o seu amor não precisa de excessos. Ele chega manso, constante, preenchendo espaços que antes eram vazios, clareando partes de mim que eu nem sabia que existiam. Se a lua é o abraço da noite, você é o meu abrigo no tempo. E, quando o céu se abre em prata e silêncio, eu entendo, sem dizer nada, que amar você é como olhar para a lua: um encanto que nunca se esgota, e sempre encontra um jeito de voltar.
No pensador.ai desde