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Frase de Patrick Vieira

“A Dor da Lágrima” Existe uma dor silenciosa: a dor da lágrima que não caiu. Ela pesa no peito, aperta a alma, mas não encontra caminho pelos olhos. Sinto a dor, mas não fica roxo. Fui machucado, mas não cicatriza. A vontade vem, mas o choro desfaz. Algo triste me incomoda: a ausência de um velho amigo, que tanto me ensinou. Hoje me bloqueou... e, por fim, sinto a dor da lágrima — aquela que não vem. Há dores que não aparecem, não deixam marcas na pele, mas pesam no peito como se carregassem silêncio. É estranho sentir falta de quem ainda está por aí, mas distante como se tivesse ido. E o coração, sem saber o que fazer, fica esperando a lágrima cair... mas ela não vem. E talvez essa seja a maior dor: quando até o choro nos abandona, e só resta o vazio da lágrima que nunca caiu.

Patrick Vieira

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Patrick Vieira

O ser humano só pode ser livre controlando seus desejos! O que é impossível para a mente humana. Os desejos apenas nos dão o ponto de partida para ação submissa a decisão.
Algumas pessoas procuram algo nos outros para criticar e se sentir superior, procuram como um leão a procura de sua presa. Afinal de contas, todos querem reconhecimento e ter o sentimento de importância na sociedade. Sociedade essa, que influência no desejo de superioridade ao pr…
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Algumas pessoas procuram algo nos outros para criticar e se sentir superior, procuram como um leão a procura de sua presa. Afinal de contas, todos querem reconhecimento e ter o sentimento de importância na sociedade. Sociedade essa, que influência no desejo de superioridade ao próximo, e que ao mesmo tempo critica quem a segue.

"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas" Te vi quando ninguém mais via, quando teu abraço calou meu fim,
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"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas" Te vi quando ninguém mais via, quando teu abraço calou meu fim, quando tua oração venceu o abismo e me fez lembrar que ainda havia um “sim”. Tu foste a ponte sobre águas escuras, a mão no meu ombro, o peito no meu choro, e agora és tu quem afunda em silêncio, escondendo a dor sob um falso decoro. Por fora, um sorriso cansado: “tá tudo bem, pode deixar...” Mas eu escuto o grito abafado: “por favor, alguém… vem me buscar.” Tu carregas o mundo sem pausa, tentando ser força onde falta chão, mas até heróis precisam de descanso, até os fortes merecem compaixão. Não posso tirar tua dor com palavras, nem consertar o que em ti desmorona, mas posso sentar ao teu lado em silêncio, segurando tua alma que ainda ressona. Se não quiser falar, tudo bem, se fugir de ajuda, eu entendo. Só não pensa que está invisível — eu te vejo, amigo, eu tô te vendo. E mesmo se teu mundo ruir em pedaços e tu não tiveres força pra chamar, lembra: fui salvo pelo teu abraço… e agora, eu só quero te abraçar.

"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora,
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"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora, Mas deixam se perder — Os que estavam dentro, desde o início. "Se ele não vier até mim, Não irei até ele", dizem friamente. Incrível. Que evangelho é esse? Evangelho de fariseu… indiferente? Nem chamam de fraqueza a dor que carrego, Chamam de imaturidade. Chamam de birra. Como se feridas profundas Fossem apenas dramas de quem não lida. Mas só quem sangra, Sabe o peso de continuar. Às vezes, fugir é sobreviver — Não é medo… é tentar respirar. E ainda que eu não quisesse sair, Não tive escolha… Pedi ajuda, clamei apoio, E ouvi: “Estou do seu lado” — Mas o fim… o senhor já sabe. Promessas jogadas ao vento, Palavras sem presença. No momento mais escuro, Só o silêncio fez companhia. Enquanto uns pregam multidões, Outros morrem em silêncio. Quem vai por eles? Ou será que… só contam os que aparecem no templo?