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Frase de Patrick Vieira

"Eu Te Vejo, Mesmo Que Não Digas" Te vi quando ninguém mais via, quando teu abraço calou meu fim, quando tua oração venceu o abismo e me fez lembrar que ainda havia um “sim”. Tu foste a ponte sobre águas escuras, a mão no meu ombro, o peito no meu choro, e agora és tu quem afunda em silêncio, escondendo a dor sob um falso decoro. Por fora, um sorriso cansado: “tá tudo bem, pode deixar...” Mas eu escuto o grito abafado: “por favor, alguém… vem me buscar.” Tu carregas o mundo sem pausa, tentando ser força onde falta chão, mas até heróis precisam de descanso, até os fortes merecem compaixão. Não posso tirar tua dor com palavras, nem consertar o que em ti desmorona, mas posso sentar ao teu lado em silêncio, segurando tua alma que ainda ressona. Se não quiser falar, tudo bem, se fugir de ajuda, eu entendo. Só não pensa que está invisível — eu te vejo, amigo, eu tô te vendo. E mesmo se teu mundo ruir em pedaços e tu não tiveres força pra chamar, lembra: fui salvo pelo teu abraço… e agora, eu só quero te abraçar.

Patrick Vieira

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Pensador.com

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O ser humano só pode ser livre controlando seus desejos! O que é impossível para a mente humana. Os desejos apenas nos dão o ponto de partida para ação submissa a decisão.
Algumas pessoas procuram algo nos outros para criticar e se sentir superior, procuram como um leão a procura de sua presa. Afinal de contas, todos querem reconhecimento e ter o sentimento de importância na sociedade. Sociedade essa, que influência no desejo de superioridade ao pr…
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Algumas pessoas procuram algo nos outros para criticar e se sentir superior, procuram como um leão a procura de sua presa. Afinal de contas, todos querem reconhecimento e ter o sentimento de importância na sociedade. Sociedade essa, que influência no desejo de superioridade ao próximo, e que ao mesmo tempo critica quem a segue.

"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora,
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"Evangelho de Fariseu?" Dizem que fazem o IDE, Que vão atrás dos de fora, Mas deixam se perder — Os que estavam dentro, desde o início. "Se ele não vier até mim, Não irei até ele", dizem friamente. Incrível. Que evangelho é esse? Evangelho de fariseu… indiferente? Nem chamam de fraqueza a dor que carrego, Chamam de imaturidade. Chamam de birra. Como se feridas profundas Fossem apenas dramas de quem não lida. Mas só quem sangra, Sabe o peso de continuar. Às vezes, fugir é sobreviver — Não é medo… é tentar respirar. E ainda que eu não quisesse sair, Não tive escolha… Pedi ajuda, clamei apoio, E ouvi: “Estou do seu lado” — Mas o fim… o senhor já sabe. Promessas jogadas ao vento, Palavras sem presença. No momento mais escuro, Só o silêncio fez companhia. Enquanto uns pregam multidões, Outros morrem em silêncio. Quem vai por eles? Ou será que… só contam os que aparecem no templo?

“Forja-me Outra Vez” Quero voltar… Ao primeiro amor que queimava no peito,
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“Forja-me Outra Vez” Quero voltar… Ao primeiro amor que queimava no peito, À chama que ardia sem jeito, Ao clamor que subia sem medo, Ao som do Teu vento, perfeito. Me ensina a buscar como antes, Com olhos fechados e alma aberta, Que o pranto volte a ser constante, Que minha adoração seja liberta. Faz de mim, de novo, flecha Tua… Mas não uma qualquer — forjada na fornalha, Onde tudo começa: no fogo que purifica, Que não apenas queima, Mas transforma. A bigorna me espera. Sou o metal sem forma, Toco o martelo do Teu querer, Cada pancada me molda — Não para ferir, Mas para fazer florescer. Quando penso estar pronto, Tu me mergulhas na água. Há vapor… Há choque… Mas é vida nova que brota! Do calor do Espírito à água da Palavra, Me sela com força e graça. E ainda assim, não é o fim. Vem a lima… A pedra que afia com paciência. Cada toque tira o que não presta, Cada traço revela o que resta. E o fio da minha alma, Agora cortante e precisa, Se prepara… não para ferir, Mas para cumprir a missão. Pois a flecha precisa recuar, Antes de avançar. Precisa confiar, Antes de voar. E quando enfim sair do arco da Tua vontade, Que eu atravesse o impossível, Ultrapasse a carne, E alcance o alvo do Teu coração.