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Frase de L.F. Magister

Na primeira vez que eu vi teu rosto, eu pensei que o sol nasceu em teus olhos e a lua e as estrelas eram presentes que você deu para os céus densos e infinitos, meu amor. Para os céus escuros e vazios. Na primeira vez que eu beijei tua boca, eu senti a terra se mover em minhas mãos como o coração trêmulo de um pássaro cativo que estava ao meu comando, como uma bússola intrincada que estava em minha direção. Na primeira vez que eu me deitei e senti teu coração tão perto do meu, eu soube que a nossa alegria iria completar o mundo e navegaria até o fim dos tempos, meu amor. Iria durar até a última gota do pecado contida neste cálice. Na primeira vez que eu vi o teu rosto, eu sabia que levaria comigo nestes bolsos vazios, mais que uma memória. Um desejo infindável.

L.F. Magister

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de L.F. Magister

Estão todos buscando uma finalidade, mas nem sequer desfrutam dos meios. Estão todos correndo contra o tempo, buscando futuros, mas perdem os presentes. Estão todos buscando um sentindo em sua vida, mas perdem a vida sem encontrar o próprio sentido.
As pessoas lamentam por aquilo que perderam porque é mais fácil lamentar pelo passado que ter lutado no presente e tê-lo evitado. Lamentam porque compreendem, no seu subconsciente, que enquanto as tinham consigo não as aproveitaram como poderiam. É tudo uma questão de culpa invol…
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As pessoas lamentam por aquilo que perderam porque é mais fácil lamentar pelo passado que ter lutado no presente e tê-lo evitado. Lamentam porque compreendem, no seu subconsciente, que enquanto as tinham consigo não as aproveitaram como poderiam. É tudo uma questão de culpa involuntária, e é isto que faz do ser humano ser estupidamente previsível. Lutam para conseguir o que almejam, mas deixam de colocar o mesmo esforço para mantê-lo, quando estes já obtiveram e como fizeram para conquistá-lo, o que consequentemente, os tornam grandes merecedores de suas próprias adversidades.

Sempre que houver desejo Haverá desespero. Sempre que houver desespero
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Sempre que houver desejo Haverá desespero. Sempre que houver desespero Haverá esperança. Sempre que houver esperança Haverá medo. Sempre que houver medo Haverá fraqueza. Sempre que houver fraqueza Haverá inépcia. Sempre que houver inépcia Haverá tristeza. Enquanto houver tristeza Haverá sempre desgosto. E enquanto houver ausência do amor e o prazer pela vida, sempre haverá outros desejos.