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Frase de L.F. Magister

Sempre que houver desejo Haverá desespero. Sempre que houver desespero Haverá esperança. Sempre que houver esperança Haverá medo. Sempre que houver medo Haverá fraqueza. Sempre que houver fraqueza Haverá inépcia. Sempre que houver inépcia Haverá tristeza. Enquanto houver tristeza Haverá sempre desgosto. E enquanto houver ausência do amor e o prazer pela vida, sempre haverá outros desejos.

L.F. Magister

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de L.F. Magister

Estão todos buscando uma finalidade, mas nem sequer desfrutam dos meios. Estão todos correndo contra o tempo, buscando futuros, mas perdem os presentes. Estão todos buscando um sentindo em sua vida, mas perdem a vida sem encontrar o próprio sentido.
As pessoas lamentam por aquilo que perderam porque é mais fácil lamentar pelo passado que ter lutado no presente e tê-lo evitado. Lamentam porque compreendem, no seu subconsciente, que enquanto as tinham consigo não as aproveitaram como poderiam. É tudo uma questão de culpa invol…
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As pessoas lamentam por aquilo que perderam porque é mais fácil lamentar pelo passado que ter lutado no presente e tê-lo evitado. Lamentam porque compreendem, no seu subconsciente, que enquanto as tinham consigo não as aproveitaram como poderiam. É tudo uma questão de culpa involuntária, e é isto que faz do ser humano ser estupidamente previsível. Lutam para conseguir o que almejam, mas deixam de colocar o mesmo esforço para mantê-lo, quando estes já obtiveram e como fizeram para conquistá-lo, o que consequentemente, os tornam grandes merecedores de suas próprias adversidades.

Crepuscular do Amor Luz eminente que me persuade mirar Tua índole subsidia-me aliciar.
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Crepuscular do Amor Luz eminente que me persuade mirar Tua índole subsidia-me aliciar. Energia póstuma da fausta natureza a raiar Opulente sutileza que me faz declamar. Imaculada como um júbilo singelo Almejam os anjos com a tua tocata. Rosas semeiam aos teus pés E ao crepuscular da tua plácida dádiva Meus olhos abrumam do teu arcano É um pierrô donativo do amor. Teus beijos me alimentam deste mar sequioso Como numa terra plangente de indulgentes Como burlam simplórios compassivos.