Frase de Luís Batista
Quem sabe amanhã eu entenda que o dia não precisa estar sorrindo pra mim Ele já é uma dádiva Só por ser dia Que eu entenda minha tempestade Que por mais intensa frenética, confusa e enfurecida que for sempre resultará em aprendizado Quantos amores de primavera, terminaram no verão? Amores Amados e vividos Somados e subtraídos Destinados a ser sempre lembranças No fundo do meu copo busco encontrar uma resposta pro que nem tem questionamento acurado E sempre que não encontro completo o copo novamente Cheguei as 08h00 da noite Já são 06h00 da manhã E meu copo ainda está cheio Pura falta de encontro A cada dose solitária que desce na garganta seca uma discussão se inicia internamente A cada palavra pensada um mundo de possibilidades Vagamente me escuto E sempre encontro um motivo pra adiar Me adiar de ser eu De pensar como eu De viver o eu Totalmente eu Ou será que estou sendo eu? Em alguns momentos não me sinto culpado nem infeliz parece que agi de conforme E muitas vezes volto a me questionar Mas será? Será mesmo o benedito? Caramba essas coisas só acontece comigo? Não sei se sei, se nada sei se realmente duvidei se senti Só sei que da vontade e quando mato a vontade Me sinto culpado Por parecer errado Ué mas errado pra quem se não me fiz mal e nem a ninguém Agora, se minha sinceridade lhe fizer mal paciência não tenho um coração indireto Não me culpo Por saber, que fiz o que tinha que ser feito por não me arrepender
No pensador.ai desde