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Frase de Luís Batista

Zero opções De te fazer voar Era tudo pra sempre Que sempre restará Alguma lembrança simples Que machuca o meu querer Querer como eu te quero Que quero não querer Faz dor, e dói a alma Que treme até a raiz De quem quer e ama a gente de quem só nos faz feliz A preocupação repentina É a mais traiçoeira Que no meio das rimas Entrega nossa maneira De quem ama e busca amor, nesse mundo atordoado De quem é mais duro que um jovem desempregado Que teme a morte, conta muito com a sorte E quer ter você do lado Luís Batista

Luís Batista

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Luís Batista

Quando eu me sinto lógico e não sigo meus instintos, é aí que arrumo problemas.
Como vocês conseguem conviver com a possibilidade de um ataque atômico? Como saber que isso é real e não pirar? Como continuar a merce de um sistema? Que pode acabar com a sua existência em um clique?
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Como vocês conseguem conviver com a possibilidade de um ataque atômico? Como saber que isso é real e não pirar? Como continuar a merce de um sistema? Que pode acabar com a sua existência em um clique? Nos dias de hoje a unica solução que eu encontrei pra tudo isso, é o amor e aproximação. Principalmente os amores naturais, sem cobrança ou dúvida. Só proteção e lealdade. Eu sei porque os escritores sofrem tanto! Estão sempre em busca de um preenchimento totalmente vazio de sentimento. A maioria deles, esquecem os amores naturais e vivem em busca dos amores carnais, visuais, historias de amor. Alguns se afastam de suas famílias para conquistar o mundo, que nunca foi uma grande merda. Consequência, stress, solidão, ansiedade e as demais doenças comuns do século atual. Esses escritores são vulneráveis por pensarem de mais da conta, por sentir de mais da conta, por observar demais da conta e principalmente por tentar ser lógico. Como eu consigo me manter sereno? Estou me afastando de tudo que vocês criaram, e estou me conectando com a minha criadora.

Quero um amor de época De segredos na sombra das arvores Da malicia embutida
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Quero um amor de época De segredos na sombra das arvores Da malicia embutida em andar de mão dadas Amor de olhar nos olhos De amar todo dia De viver pensando e sonhar assim que fecha os olhos Os vexame de amor que deixei de dar São os únicos fardos que eu carrego Por isso ame, e se precisar sim dê muito vexame Ai foi onde eu aprendi a falar de amor Com a doçura de Edith e a loucura de Nina Recomendo É um livro e tanto Onde aprendi que amar não requer de tanto