Frase de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
SONETO DE LUZ PÁLIDA Pálida à luz da ofensiva tão sombria Sobre a desfeita no peito reclinada Como malícia na falta embalsamada Grita lágrimas secas, ardidas e fria No horizonte a luz poente desmaiada Refletia o amor que na ilusão dormia Era tal a ventura que ali se obstringia Aflita, que pela afronta era embalada Um desprezo que dia após outro dia Me despia a alma, tão ferida e calada Na dor se banhava e que nada alivia Não gargalhe, ó cerrado, desta lufada Se vim pela devoção, outras eu faria Afeto, não tem distinção nem morada Luciano Spagnol Poeta do cerrado Março de 2017 Cerrado goiano
Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde