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Frase de Ricardo Manhães

O que aprendi com a vida ⁠Aprendi a valorizar os pequenos momentos. Cada detalhe do dia a dia, que, muitas das vezes, passam despercebidos. Aprendi a valorizar os velhos amigos, os que compartilham suas preocupações comigo e com quem, por consequência, sei que posso contar. Aprendi a valorizar a família, e entender que, acima de tudo, família não se constrói necessariamente por relações de sangue, mas com relação de amor, reciprocidade e confiança. Aprendi a valorizar as pequenas conquistas do cotidiano, e que vitórias maiores sempre vêm a seu tempo, e que é importante ter paciência para entender cada processo. Aprendi a ter autoconsciência sobre minhas falhas, minhas limitações, mas, especialmente, minhas forças, e o quão longe elas podem me levar, superando diversos obstáculos e desafios. Aprendi, principalmente, a me amar. Compreender meu lugar, e visualizar os espaços em que posso caber. E a me retirar quando ali já não sou mais bem-vindo. Aprendi a me enxergar como meu melhor amigo. Aquele que ninguém tira, e nada substitui. Eis o que aprendi com a vida.

Ricardo Manhães

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Ricardo Manhães

⁠Entender a vida, por si só, é uma arte. É olhar a existência nos olhos, e deixar-se guiar pelas trilhas que o mundo provém. É saber distinguir cada passo, e compreender os desígnios do futuro para além das expectativas, mas como quem sonha e faz acontecer. É notar a si mesmo com…
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⁠Entender a vida, por si só, é uma arte. É olhar a existência nos olhos, e deixar-se guiar pelas trilhas que o mundo provém. É saber distinguir cada passo, e compreender os desígnios do futuro para além das expectativas, mas como quem sonha e faz acontecer. É notar a si mesmo como elemento fundamental da própria história, e não como um coadjuvante que tudo vê. É permitir-se ser livre, mesmo dentro das amarras que as circunstâncias podem trazer. É compreender o próprio tempo, alinhando as arestas que delimitam a imposição do outro no nosso querer. Entender a vida é uma arte. Ser autor dela também.

⁠Ofício O artesão observa em reflexão O projeto em suas mãos
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⁠Ofício O artesão observa em reflexão O projeto em suas mãos A projeção do que pode ser A obra que modela Como uma criança que forja Seus sonhos em caravelas Guiadas no mar da esperança. Não há desespero que tome O coração do artesão Quando em seus devaneios Se inebria no baile das ilusões Como aquela mesma criança Que nunca sonhou em vão.

⁠Sinto saudade da pureza do ar, Da pureza pela pureza. Sem cliques.
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⁠Sinto saudade da pureza do ar, Da pureza pela pureza. Sem cliques. Do canto despretensioso dos pássaros. Do toado das crianças que brincam Sem pretensão de culpa, Com presunção de inocência. Do verde dos bosques rutilantes. Do azul do céu só pelo azul E nada mais. Sinto saudade de quem eu era Antes de escalar o monte dos pensamentos E ser condicionado a ser o que sou. Sinto saudade de mim.