Pular para o conteúdo

Frase de Juliana de Almeida Rossi

⁠Coração de pedra Cheguei em você doce e meiga te falei das minhas feridas e cicatrizes você me mostrou, não ser diferente de mim contou suas batalhas, suas derrotas e quando ficava ansioso, queria minha atenção, queria colo, eu alí estava, pronta a te acolher mas quando foi eu que precisei você se assustou, sumiu, não teve empatia, se fechou; eu com meu coração mole e bobo tive paciência, te dei colo novamente, mas, outra vez não demostrou reciprocidade. O seu coração é de pedra, que só enxerga a si mesmo, duro demais para deixar alguém entrar para consolar meus prantos, para doar seu colo e proteção. Cuidarei de mim de hoje em diante. e sei que mereço alguém que segure minha mão que não fuja, não se esconda, que tenha um coração recíproco, afinal, o que se precisa cobrar, não vale a pena!

Juliana de Almeida Rossi

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Juliana de Almeida Rossi

⁠Sou fênix Você me fez, perder o foco perder o rumo e a direção.
Continuar lendo

⁠Sou fênix Você me fez, perder o foco perder o rumo e a direção. Por você abri mão de mim, de meus ideais de minha intuição! Mas hoje aprendi a lição Busquei meus sonhos Voltei a planejar e versar Voltei a lutar! Agora estou mais forte Munida de experiência sabendo que sou eu quem faço minha sorte. E agora meu bem, ninguém me barra, porque sou fênix Sobrevivente do caos!

⁠A Morte Gavetas mortuária cheias. Uma geração que daqui se foi.
Continuar lendo

⁠A Morte Gavetas mortuária cheias. Uma geração que daqui se foi. Junta-se os ossos do passado, coloca-os em sacos plásticos, o nossos ancestrais, esquecidos. Abrindo jazigo para os próximos, que chegam o fim da vida. É somente um buraco, oque precisamos ao partir. Nessa hora as novas gerações se olham, se questionam, ficam assustados. Por que enquanto o tempo passa, a fila da vida segue, e a morte chega. Sem avisar e sem pedir licença, e sem ordem etária, sem motivo algum. Sim a senhora morte e desorganizada, e ansiosa. E anda faminta nesses últimos dias. O cavalo descorado cavalga solto, anunciando o apocalipse. As pessoas seguem descrentes, Quiçá cansadas e desanimadas. Simplesmente seguem a trilha, O rasto o caminho largo o mais fácil Que leva ao mesmo lugar vazio O nada, o fim!