Frase de Juliana de Almeida Rossi
A Morte Gavetas mortuária cheias. Uma geração que daqui se foi. Junta-se os ossos do passado, coloca-os em sacos plásticos, o nossos ancestrais, esquecidos. Abrindo jazigo para os próximos, que chegam o fim da vida. É somente um buraco, oque precisamos ao partir. Nessa hora as novas gerações se olham, se questionam, ficam assustados. Por que enquanto o tempo passa, a fila da vida segue, e a morte chega. Sem avisar e sem pedir licença, e sem ordem etária, sem motivo algum. Sim a senhora morte e desorganizada, e ansiosa. E anda faminta nesses últimos dias. O cavalo descorado cavalga solto, anunciando o apocalipse. As pessoas seguem descrentes, Quiçá cansadas e desanimadas. Simplesmente seguem a trilha, O rasto o caminho largo o mais fácil Que leva ao mesmo lugar vazio O nada, o fim!
No pensador.ai desde