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Frase de Thaylla Cavalcante

Antônimos Estou cansada da vida, mas não de viver. Sigo um caminho vazio, cheio de pessoas insípidas. Mais uma noite fria chega com o fracasso das minhas incógnitas. Estou farto de toda essa lírica crítica, da promiscuidade contida, da hiperatividade distinta e desta patética vida. Estou farta do que dizem não caber no peito, mas é meu por direito, do que me negam na jornada. Cansada da falta de bom senso, propensa à escuridão, e me permito falhar... Fecho a porta e escolho deixar-te para trás. Respiro fundo, um brinde a este mundo que não me pertence mais. Salto para a imensidão, com a tua presença eternizada em meu coração. Tu me tornaste uma prisão em meu peito, fruto de uma dor que não cessa. Se prometes tudo, e tudo que entregas é nada.

Thaylla Cavalcante

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Thaylla Cavalcante

Meu inferno pessoal De tudo o que me lembro era frio e cinzento. Pequenas luas se faziam presentes,
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Meu inferno pessoal De tudo o que me lembro era frio e cinzento. Pequenas luas se faziam presentes, Olhares vagos, descontentes. Pouco mais iluminados que o calçamento. Absoluto e solene, Olhava-me de cima Sangue fervente e pulsante. Sob o calor que se aproxima. Como um fantasma me escondia a tempo de não ver, Transparecia em mim a luz de um grito rudimentar, Essência explicita em minha falta de te ter. A luz remanescente e ofuscante Logo já não teria onde então se esconder. Ignorando a excitação intimamente ligada aquela mesma dor Dobraduras coloridas percorriam o teto Presas e soberbas, nunca antes livres Logo mais entrariam numa estrada sem fim Clamor recorrente. Definitivamente um ótimo ator. Sob um universo atônito em busca de contrapostos. Nada demais. Nada de novo. Tudo passado. Tudo decomposto. Rosa em excesso, Calma e intimidada. Abrir e fechar de portas. Ruídos espessos. E eu o olhava Tumulto dentro de mim por fora da organização. Encontrei em você ruína e desgraça. Longe desta mesma dimensão está quem vos fala. Portas abertas de um inferno que tão logo seria meu. Tua mão que afaga uma infeliz agregada. Já não seria problema seu, Portas abertas a procura de minha final entrada.

Doses de inconsequência Encontrei em minha falta de querer Motivo perante a abstinência.
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Doses de inconsequência Encontrei em minha falta de querer Motivo perante a abstinência. Desapeguei do total pudor O medo oscilante, sem suceder Se exilou enfim de minha existência O fogo vermelho se tornou azul No calor do depois, Compulsão de nós dois. O agora mostrou que reluz. Agonizante exatidão, Súplicas fora do conceito. Sua cautela improvisada Traça o pecado perfeito. Agora sem decência, O intenso ultrapassou a dor. Ingrata loucura derramada Afável, intocada. Miúdas doses de inconsequência. Trago em mim seu calor. Mistério tênue a se fazer decifrar. O depois se tornou loucura No caos do embaraço, Vida curta para pensar. Indecência se tornou cura. Não mais me afundarei, Nem mergulharei em uma virtude disfarçada de compostura.

Infidelidade Mistérios e enigmas rodeiam teu corpo. Silencioso, vejo-te balbuciar.
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Infidelidade Mistérios e enigmas rodeiam teu corpo. Silencioso, vejo-te balbuciar. Em meio ocioso fiz-me pairar, Sob palavras melodiosas, Tudo o que me restar. Se vens como um anjo caído, A noite escura convida a viajar. Toque minha mão, E faça este tal brilho durar. Cada sensação nunca antes vista, Cauteloso e perigoso te faço bastar. Palavras divinas em meio a tormenta, Vida tirana vem a desinteressar. Pessoas comuns na falta do que conduz. Tua vitalidade escassa, Um tanto anti social, Bipolaridade disfarçada. É meu último suspiro frente ao que resta de tua amada. Até então cheia de luz, Retiro de tua mão a espada. Encha-me com seus conselhos, Serei eu tua aprendiz. Como movimentos de teus cabelos. Vertentes opostas de uma mesma diretriz, Te guio por espelhos. Passos descompassados, Pela dor que esmaga. Se como um golpe me conduz, Serei eu desnecessária. Em tua mão um fulgor reluz, Tornando-me por total errada. Idealizarei tua utopia, Com um vigor que me afaga a alma. Viva feliz e sorria, Fiz do mundo tua morada. Eu sou fiel meu bem. Considero o que me é ensinado. Te elevo e consagro, Ainda que dentre todos, Sejas tu, o meu maior pecado!

Monotonia Vês o céu de raios ofuscantes e primor Luzido? Vês o sol entre teus olhos convertido?
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Monotonia Vês o céu de raios ofuscantes e primor Luzido? Vês o sol entre teus olhos convertido? És vaidade na vida, onde já se foi presumido. Tua glória empavesada e assumida, Fará tornar-se até a airosa manhã oprimida. Sol e Lua se encontraram com alento e sem pudor. E um dia mostrar-te-ei o quão sublime é o meu amor. Sinto-me hoje desvanecida. Em tuas faces, considero-me equivocada. Ostentas meu coração inflamando as mais sublimes faces ao considerável nada. Não mais me considerarei humana, Minha mente quase profana necessita de alento. Meu amor por ti peleja, Ao mesmo ponto onde fraqueja presumindo o desastre iminente. Comparo-te ao aljôfar mais precioso. Sendo assim, sigo minha busca somente a te encontrar. Pois nem isso me seria tudo, Já que tudo para mim é nada. Me cubro de espasmos, A vista de teu rosto, meu amado!