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Frase de Álvaro de Azevedo

Enigma Em vestes póstumas, se foi a razão; Levou o espelho, deixando o reflexo; Da imagem nociva, um ponto convexo; De curvas varridas, transcritas a mão. Em marcas de ferro, a fogo na folha; Na tábula rasa, o contraste, a escolha; De dias nascidos, ao perdido momento; E noites passadas, sob o sofrimento. Agora na falta, o caminho é distante; Paralelo a maldade a inata verdade; Escondida nas sombras de um meliante. Se faz insolúvel, a passos de vaidade; O tal enigma, em mudança constante; A espera da luz, no reflexo da lealdade.

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...