Pular para o conteúdo

Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

Ao Coração na Sofrença Ao coração na sofrença, dilacerado Em silêncio, no exílio, que aqui chora Assim me vejo, no sertão do cerrado Separado, onde o amor foi embora... Suspira e lamenta, pra ser consolado Não me basta saber do desejo agora Da ilusão de ter um poema delicado Não me basta saber da perdida hora E se fui amado, não me basta saber Não me basta o afeto puro e sagrado Ter o sabor do beijo e, assim alentar! Mais causa ao coração pra não sofrer É ser na maior pureza, e se maltratado Se dê ao amor, e assim de novo amar... © Luciano Spagnol poeta do cerrado 11 de abril de 2019 Cerrado goiano Olavobilaquiando

Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei
Continuar lendo

ME PERDI, E ME ACHEI Não me perdi na imensidão... me perdi Na melancolia do cerrado. E me julguei No chão, e da terra então, eu me achei Se daqui eu sai, hoje, meu lugar é aqui Mas há ilusão no tempo, se acolá e ali Outros houve, e assim, eu então farei Caminho, na diversidade, caminharei Num ardor sublime, na terra araguari Ah! Ó saudade de cólera tremenda Os sonhos sonhados agora fugitivos E as lembranças ao coração inflama Poetizaram nas rimas desta lenda A emoção tão comuns dos vivos Os desenganos os deixo na lama. © Luciano Spagnol poeta do cerrado Novembro, 2018 Triângulo Mineiro Olavobilaquiando

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação
Continuar lendo

O grito A angústia morde os lábios Árido de tanta perturbação A alma gretada cata os sábios Fundamentos do terno coração Ardendo o pedido de socorro Sufocados no amorfo pulmão Onde a erudição se faz forro E manta das quedas do coração O corpo chora as agonias E o alarido estridente uivo aflito Tentando cuspir arrelias Das entranhas num seco grito © Luciano Spagnol poeta do cerrado 06/08/2012, 18’58” Cerrado goiano