Pular para o conteúdo

Frase de KellyBenacci

Carta Aberta Você me destruiu. Você tirou todo o meu anonimato e a esperança de viver. Você nem sequer pensou em mim, nem em como eu ficaria. Simplesmente se satisfez com seus desejos e esqueceu da pessoa que sempre fez tudo por você. Você ao menos imaginou a dor que causaria enquanto estava sendo paquerada? Você só pensou em si mesma. Todas as noites me pergunto por que não consigo te odiar com a mesma intensidade da dor que você me causa. Não consigo te esquecer, mesmo sabendo que, enquanto eu planejava cozinhar para você, você estava com outra. Você me causa tanta dor que me faz duvidar se o amor é suficiente. Você era tudo o que eu tinha — meu ponto de paz, amor, carinho, respeito, admiração e superação por tudo que passei. Por duas vezes, você me deixou por simples desejos ou por querer ser "livre". Não te culpo por isso, mas por não ter pensado sequer um minuto em como eu ficaria. Eu sempre demonstrei o amor que sentia por você. O mínimo que merecia era sua sinceridade — nem isso você foi capaz de dar. Não aguento mais sentir tudo isso. Parece que estou enlouquecendo, que nada mais faz sentido. Mas, lá no fundo, sei que é por tudo que venho sentindo. Estou destruída de todas as formas. Tento focar no trabalho, sair, conhecer pessoas… Mas, quando me deito, tudo volta tão forte na minha cabeça. Quando te beijo, fico pensando por que você também me culpa pelo fim do que tivemos, mesmo sabendo que fiz de tudo para que isso não acontecesse. Penso por que você age como se estivesse tudo bem, como se nosso relacionamento tivesse acabado por nossa culpa, quando sabe que não foi assim. Isso me preocupa. Porque você sempre carregará essa dificuldade de ser 100% sincera com quem ama. K.B.

KellyBenacci

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de KellyBenacci

Talvez a minha maior confusão seja não saber o que fazer com aquilo que estou sentindo. Depois de tanto tempo me reconstruindo, de aprender a seguir mesmo com medo, eu me vejo diante de algo que não sei nomear. E isso me intriga. Não sei se estou sentindo de verdade ou apenas s…
Continuar lendo

Talvez a minha maior confusão seja não saber o que fazer com aquilo que estou sentindo. Depois de tanto tempo me reconstruindo, de aprender a seguir mesmo com medo, eu me vejo diante de algo que não sei nomear. E isso me intriga. Não sei se estou sentindo de verdade ou apenas sentindo novamente. Não sei se é vontade, curiosidade, carência, adrenalina ou algo que pode se transformar em sentimento. Uma parte de mim quer se permitir. Outra quer entender antes de se entregar. E fico nesse lugar estranho entre querer sentir e ter medo do que sentir pode me fazer. Entre esperar, agir, recuar ou simplesmente deixar acontecer. Talvez eu só esteja tentando descobrir como reagir a algo que, pela primeira vez em muito tempo, conseguiu me tirar do lugar onde eu estava tão acostumada a ficar. K.B

Ela não estava caindo. Era apenas um abraço que não cabia somente em dois corpos. Cabia um turbilhão de sentimentos,
Continuar lendo

Ela não estava caindo. Era apenas um abraço que não cabia somente em dois corpos. Cabia um turbilhão de sentimentos, um desejo quase silencioso de não largar mais. Havia algo de mágico naquele instante. Do abraço vieram os olhares. E os olhares se encontraram, como se também soubessem exatamente o que estava acontecendo. Naquele momento, não existia vontade de estar em outro lugar. Existia apenas a vontade de permanecer ali. E, quando finalmente fosse preciso sair, já nasceria a vontade de voltar. E então olhar para aquele rosto… perceber que a beleza não estava apenas nos traços, mas na magia que fazia tudo parecer mais bonito. Sentir as mãos soarem, o corpo tremer, o coração denunciar aquilo que a boca ainda não consegue dizer. Porque talvez alguns encontros não precisem de explicação. Talvez o corpo simplesmente reconheça aquilo que a alma estava esperando. Ela não estava caindo. Estava apenas se permitindo ficar. K.B

> Nem toda máscara esconde falsidade. Algumas escondem o cansaço de quem já explicou demais o que sentia e, ainda assim, continuou sendo incompreendido. Aprendi a sorrir quando doía.
Continuar lendo

> Nem toda máscara esconde falsidade. Algumas escondem o cansaço de quem já explicou demais o que sentia e, ainda assim, continuou sendo incompreendido. Aprendi a sorrir quando doía. A dizer “está tudo bem” quando tudo dentro de mim pedia socorro. A parecer forte porque nem sempre havia alguém por perto para me permitir ser fraca. E talvez tenham confundido meu silêncio com frieza, minha distância com desapego e minha força com ausência de dor. Mas ninguém sabe quantas vezes precisei me reconstruir sem fazer barulho. Hoje, eu não escondo quem sou. Só escolhi não entregar minhas feridas a qualquer pessoa. Porque algumas versões de mim não morreram. Apenas aprenderam a sobreviver em silêncio. K.B

Tem alguma coisa em você que eu ainda não sei explicar. Talvez seja a sua beleza,
Continuar lendo

Tem alguma coisa em você que eu ainda não sei explicar. Talvez seja a sua beleza, essa coisa surreal que me faz te olhar e querer olhar mais uma vez. Mas não é só isso. Existe em mim um desejo profundo de te conhecer, de chegar mais perto, de descobrir seus detalhes, teu jeito, teu silêncio. Não quero dar nome ao que estou começando a sentir. Quero apenas deixar acontecer. K.B