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Frase de KellyBenacci

Ela não estava caindo. Era apenas um abraço que não cabia somente em dois corpos. Cabia um turbilhão de sentimentos, um desejo quase silencioso de não largar mais. Havia algo de mágico naquele instante. Do abraço vieram os olhares. E os olhares se encontraram, como se também soubessem exatamente o que estava acontecendo. Naquele momento, não existia vontade de estar em outro lugar. Existia apenas a vontade de permanecer ali. E, quando finalmente fosse preciso sair, já nasceria a vontade de voltar. E então olhar para aquele rosto… perceber que a beleza não estava apenas nos traços, mas na magia que fazia tudo parecer mais bonito. Sentir as mãos soarem, o corpo tremer, o coração denunciar aquilo que a boca ainda não consegue dizer. Porque talvez alguns encontros não precisem de explicação. Talvez o corpo simplesmente reconheça aquilo que a alma estava esperando. Ela não estava caindo. Estava apenas se permitindo ficar. K.B

KellyBenacci

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de KellyBenacci

Talvez a minha maior confusão seja não saber o que fazer com aquilo que estou sentindo. Depois de tanto tempo me reconstruindo, de aprender a seguir mesmo com medo, eu me vejo diante de algo que não sei nomear. E isso me intriga. Não sei se estou sentindo de verdade ou apenas s…
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Talvez a minha maior confusão seja não saber o que fazer com aquilo que estou sentindo. Depois de tanto tempo me reconstruindo, de aprender a seguir mesmo com medo, eu me vejo diante de algo que não sei nomear. E isso me intriga. Não sei se estou sentindo de verdade ou apenas sentindo novamente. Não sei se é vontade, curiosidade, carência, adrenalina ou algo que pode se transformar em sentimento. Uma parte de mim quer se permitir. Outra quer entender antes de se entregar. E fico nesse lugar estranho entre querer sentir e ter medo do que sentir pode me fazer. Entre esperar, agir, recuar ou simplesmente deixar acontecer. Talvez eu só esteja tentando descobrir como reagir a algo que, pela primeira vez em muito tempo, conseguiu me tirar do lugar onde eu estava tão acostumada a ficar. K.B

> Nem toda máscara esconde falsidade. Algumas escondem o cansaço de quem já explicou demais o que sentia e, ainda assim, continuou sendo incompreendido. Aprendi a sorrir quando doía.
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> Nem toda máscara esconde falsidade. Algumas escondem o cansaço de quem já explicou demais o que sentia e, ainda assim, continuou sendo incompreendido. Aprendi a sorrir quando doía. A dizer “está tudo bem” quando tudo dentro de mim pedia socorro. A parecer forte porque nem sempre havia alguém por perto para me permitir ser fraca. E talvez tenham confundido meu silêncio com frieza, minha distância com desapego e minha força com ausência de dor. Mas ninguém sabe quantas vezes precisei me reconstruir sem fazer barulho. Hoje, eu não escondo quem sou. Só escolhi não entregar minhas feridas a qualquer pessoa. Porque algumas versões de mim não morreram. Apenas aprenderam a sobreviver em silêncio. K.B

Tem alguma coisa em você que eu ainda não sei explicar. Talvez seja a sua beleza,
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Tem alguma coisa em você que eu ainda não sei explicar. Talvez seja a sua beleza, essa coisa surreal que me faz te olhar e querer olhar mais uma vez. Mas não é só isso. Existe em mim um desejo profundo de te conhecer, de chegar mais perto, de descobrir seus detalhes, teu jeito, teu silêncio. Não quero dar nome ao que estou começando a sentir. Quero apenas deixar acontecer. K.B

Talvez o que esteja me confundindo não seja exatamente o que sinto, mas o fato de eu não saber o que fazer com isso. Passei tanto tempo aprendendo a me reconstruir, a não criar expectativas, a não me entregar antes de ter certeza, que agora qualquer coisa que desperte algo em mi…
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Talvez o que esteja me confundindo não seja exatamente o que sinto, mas o fato de eu não saber o que fazer com isso. Passei tanto tempo aprendendo a me reconstruir, a não criar expectativas, a não me entregar antes de ter certeza, que agora qualquer coisa que desperte algo em mim parece exigir uma resposta que eu ainda não tenho. Existe uma parte minha que quer mergulhar, conhecer, viver o que está surgindo sem tentar controlar. E existe outra que observa tudo de longe, procurando sinais, tentando entender se estou diante de algo real ou apenas encantada pela sensação de voltar a sentir. E é estranho. Porque eu não sei se devo me aproximar ou esperar. Se devo demonstrar ou guardar. Se devo confiar no que meu coração está dizendo ou ouvir aquela voz que insiste em perguntar: “e se você estiver entendendo tudo errado?” Talvez eu esteja procurando uma certeza que só o tempo pode me dar. E, enquanto ela não vem, fico aqui, nesse lugar entre a razão e a vontade, tentando descobrir não apenas o que estou sentindo, mas quem eu me torno quando alguém consegue despertar em mim aquilo que eu já tinha aprendido a deixar adormecido. K.B