Frase de Sandra Boveto
O nada e nada mais me parece absurdo, pois absurdo é conceito tão relativo quanto o tudo que a ele pertence.
No pensador.ai desde
O nada e nada mais me parece absurdo, pois absurdo é conceito tão relativo quanto o tudo que a ele pertence.
No pensador.ai desde
Líquido Seco Líquido, desfaz-se e busca a solidez, na solidão eterna de um momento líquido.
Líquido Seco Líquido, desfaz-se e busca a solidez, na solidão eterna de um momento líquido. - Barman ou Bauman? - Ambos, por favor! Há pontas, há ondulações, há mágicos atritos que arranham e acariciam. Líquido seco que o caos acalma, que a calma tinge de guerra, com a cor do sangue, sem a dor da alma. A língua morre aos poucos, entrega-se à morte do mundo que não vive. Língua morta de uma mente viva que nunca morre, que nunca dorme, que sangra na taça.
BEIJO AUGUSTO Como eu aguento? Essa pergunta me vem, às vezes…
BEIJO AUGUSTO Como eu aguento? Essa pergunta me vem, às vezes… fica incerto tempo e desaparece. Voltará? Perguntas e vontades voltarão? Ou viraram altocúmulos? Estratos? Cirros talvez… Quero nimbos, seguidos de relâmpagos e chuva forte! Não saber é o que não aguento. É isso que eu não aguento: não saber! O que, como, para onde… qual é o rumo mesmo? Nau sem norte… já disse isso? Pois repito. Gosto de repetir algumas coisas para me convencer da resposta, essa que não sei resposta errada resposta certa como qualquer resposta sempre foi: certa E errada nunca uma única coisa pois verdade é isso mesmo: quimera pantera, fera, véspera do escarro mas nunca companheira inseparável. A verdade é qualquer coisa menos a realidade é equação algébrica: X – REALIDADE = VERDADE Se a realidade for maior que qualquer coisa, a verdade terá um formidável enterro E é assim que eu aguento, sem aguentar de saudades daquilo que eu sei que existe, mas não vejo da verdade, às vezes, positiva daquilo que me revelou, nada mais revelando, além do beijo do augusto anjo.
ESSE ISSO Isso... isso que eu sinto, isso que não tem nome,
ESSE ISSO Isso... isso que eu sinto, isso que não tem nome, que a mente consome, que domina a vontade, desafia a realidade, que me nega à verdade. Parece preso esse isso dentro de mim. Mas não. Sou eu a finita prisioneira do “isso” sem fim.
Folhas e pontos Gostaria que as folhas nunca fossem de ponto, ponto que marca tempo,
Folhas e pontos Gostaria que as folhas nunca fossem de ponto, ponto que marca tempo, o tempo que não me pertence; obtuso ponto que me amarra ao tronco desse açoite das horas. Gosto das folhas que seguem o vento, vento que as liberta dos galhos fixos do tempo. Com o tempo, elas chegam ao ponto de, como o tempo, irem embora.