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Frase de Álvaro de Azevedo

Sorriso de frio Sorriso que sorri vazio, sorriso de frio... Sorri como quem já sorriu, mas sorri de calafrio. Ri diante do frio, range os dentes, treme os lábios. Por hora o riso sombrio, disfarça a cova nos orvalhos... Mas seus olhos não mentem… Seu sorriso não sorri… Somente prendem a mente, de quem o olha rangir. E que não vê a névoa por trás do colibri. Pobre sorriso vazio, breve sorriso de frio...

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...