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Frase de Saulo Lacerda

⁠Nossa alma é bem mais profunda do que se pode imaginar. Não será na superfície que encontra-la-á; Superficialidade apodrece. Alma permanece!

Saulo Lacerda

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Pensador.com

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Outras frases de Saulo Lacerda

⁠_ Eu escrevi minhas dores, Na poesia, eu me mostrei,
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⁠_ Eu escrevi minhas dores, Na poesia, eu me mostrei, Mas o pranto aberto, Para mim mesmo guardei, Por falas, fui surrado, flagelado, Porém, minhas aflições Ficaram no peito, trancado, Desenhei as lágrimas minhas, Sofri em silêncio, calado, Pois, eu vivi nas entrelinhas, Escondendo o sofrimento meu, Mas, ninguém me entendeu, Fechei as corrinas, sair de cena, Viajando na tinta da minha pena, Pelas folhas de papel escorri, E de tanto sofrer, cansei, morri.

_ Transferiu suas dores para as folhas de papel, Para viver livre como ave no céu,
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_ Transferiu suas dores para as folhas de papel, Para viver livre como ave no céu, Sublinhou cada detalhe da sua viagem, E espalhou toda a sua bagagem, Aqui na terra, equilibrou-se nas entrelinhas, Para poder viver agora no céu com estrelinhas, Cada gota de lágrima derramada serviu, Pois contruiu morada eterna no céu de anil, Em paz.. Váis... Foi... Impresso no coração de quem lembrar, Poeta não morre; nem jamais morrerá, Pois, nem mesmo o silêncio, Há de silenciar. Em paz... Viveu... Foi... Impresso no coração de quem recordar, O Poeta não morre; nem jamais morrera.

⁠_ No início de mim, eram sorrisos soltos ao vento, Eu entrava no jardim, ouvindo o susurro das flores,
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⁠_ No início de mim, eram sorrisos soltos ao vento, Eu entrava no jardim, ouvindo o susurro das flores, Enquanto sentia a suave brisa, sob a luz do luar ao relento, Não cabia dentro do meu coração, do passado as dores, Ah, noite singela no término do verão, céu por estrelas cravejado, Sentimento encarnado, entranhado em minha pele, Pois no início de mim, eram sorrisos soltos ao vento, revelando meu passado, E agora, vivo meu presente, esperando que meu futuro se revele. Entreligando-me, tudo o que fui no início de mim Onde estive, onde estou, até o fim, ou talvez, um novo de mim.

⁠_ Por dentro, não há quem pinte cores, Por fora, existem "maquia-dores";
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⁠_ Por dentro, não há quem pinte cores, Por fora, existem "maquia-dores"; Há lentes que mudam dos olhos a cor; Mas não escondem as lágrimas de dor, Expostas, vestes finas que a pele camuflam, Porém, as feridas internas da alma, não curam, Faltando na vida real, a terna amabilidade. Corpos flutuando na inércia superficialidade, Cinza por dentro; fora, cheios de cores Dueto na face; coração ausente de amores "Sarcastisando"e banalizando da vida a dor; Humanos vassalos na ilusão do falso amor. Sorumbáticos são estes corações enfim, Exilados, apenas esperando da vida o fim.