Frase de Antonio Montes
LABIRINTO DA SOLIDÃO Sem nem um passo para suar o tic-tac sob seus paralelepípedos, pontiagudos, as calçadas encontravam-se sozinhas... As ruas movidas por suas tenras solidão, nem denunciavam, vultos a se esgueirar pelas sombras das suas tristezas. Não tinha ventos, não tinha lagrimas os rostos denunciavam choros em seus semblantes pálidos... Enquanto o sol caia pelo desuso da tarde, as luzes pendulas em seus soquetes, anunciavam suas amarelas chegadas. Em fim, descia a noite e essa se fazia fria, a esperança agora, era apenas um fio invisível a perambular pelo labirinto do sonho. Antonio Montes
No pensador.ai desde