Frase de Luciano Calazans
Os Saberes Sei o que quero quando sabes o Queres Sei o que espero quando, também não sabes Sei o que busca em mim Pois é o mesmo que busco em ti Não sei, no apogeu do meu ãnima senil, a distinção entre a posse e o ciúme Nos dois lados, nos dois gumes Que enviesam mais ainda a condição mortal. Dúvidas vertiginosas Doces mistérios que em si permeiam o prazer de ser você Em dons, em tons, que agora nos pertencem Unindo pontos cardeais do nosso vislumbre comum A não absoluta felicidade se torna exata e precisa quando sinto o seu caminhar Destarte , rogo aos nosso Deuses profanos a benevolência da candura mútua de dois seres complexos , que mesmo atraindo nocivos insetos Se completam qual a Fênix e as cinzas do recriar e do renascer Para a eterna alvorada que é nosso encontro. Sei o que quero quando sabes o Queres Sei o que espero quando, também não sabes Sei o que busca em mim Pois é o mesmo que busco em ti Não sei no apogeu do meu ãnima senil a distinção entre a posse e o ciúme Nos dois lados, nos dois gumes Que enviesam mais ainda a condição mortal. Dúvidas vertiginosas Doces mistérios que em si permeiam o prazer de ser você Em dons, em tons, que agora nos pertencem Unindo pontos cardeais do nosso vislumbre comum A não absoluta felicidade se torna exata e precisa quando sinto o seu caminhar Destarte , rogo aos nosso Deuses profanos a benevolência da candura mútua de dois seres complexos , que mesmo atraindo nocivos insetos Se completam qual a Fênix e as cinzas do recriar e do renascer Para a eterna alvorada que é nosso encontro.
No pensador.ai desde