Frase de Diogo Viana Loureiro
Numa noite em Bhopal, o silencio da morte, O grito do desastre, as vítimas a sorte. Nas entranhas da fábrica, negligência em teia, a dor das vítimas, humanidade alheia. Homens de poder, cifrões em mão, Prioridades distorcidas, sem coração e razão. Em gastos de guerra, fortunas se vão, Enquanto em Bhopal, nenhum tostão. Não é só a tragédia que devasta, É a falta de humanidade que a decadas nos arrasta. Líderes em vez de cuidar, preferem guerrear, E as lágrimas de Bhopal, o mundo ignora ao tempo passar. Que estas palavras sejam um eco a soar, Para lembrar que a nossa humanidade devemos preservar. Que em meio às sombras, uma luz possa brilhar, e em Bhopal, justiça e dignidade novamente possam reinar.
No pensador.ai desde