Frase de Diogo Viana Loureiro
"Queria descreve o silêncio de meus lábios mortos que volvem molhados pela chuva de novembro, e não pelas tuas palavras. Gotas frias e vivas como alfinetes estalam,soam, explodem no chão como uma orquestra de Ludwig Van Beethoven. Em prantos ,gritos e espantos almas dançam e se mostram sempre dispostas a viver, andar e calar. O silêncio nasce entre os carros e avenidas, postes e esquinas. Rebentamentos de luz silenciam qualquer interior. Nisso morre o frio do estomâgo, o arrepio da pele e a orquestra silenciosa. Eu te amo."
No pensador.ai desde