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Frase de Marcelo de Souza

MEA-CULPA Quando eu enfim desembarcar desta viagem - pelo andar da carruagem, bem sei, não tardo - eis meu pesado fardo de pesares culpas remorsos arrependimentos: não ter aprendido a dirigir, nadar, dançar tocar um instrumento não deixar herdeiros nem legado (além de um punhado de poemas inacabados planos frustrados sonhos interrompidos) ter magoado fulana, que não merecia ter ofendido beltrano, e não me desculpado ter amado sicrana, sem ter sido amado… Mas deveras hei de partir de coração partido só por te haver jurado amor eterno, e não cumprido.

Marcelo de Souza

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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ANTIMUSA Com seus olhos de incrédulo voyeur, minha poesia, Ávida, viu, menina, ao que passavas, tanta graça
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ANTIMUSA Com seus olhos de incrédulo voyeur, minha poesia, Ávida, viu, menina, ao que passavas, tanta graça Sorrir-se-lhe, que desde então, dia e noite, me arrelia, Sempre em segredo pondo-se a esperar-te. E, por pirraça, Impregna-me a lira de saudade e, em lenta agonia, Até morre – ah, poesia mais caprichosa! -, se não passas.