Frase de Diogo Silverio
Carrego no peito o ofício da ternura, nos gestos pequenos onde o tempo se curva. Um café repartido, o silêncio de um olhar, e uma vida inteira que cabe na palma da tua mão. Teu abraço me veste de calma e chão, nele sou menino, sou abrigo e sou raiz. Na simplicidade clara do que é amor, descubro em ti a morada do meu existir.
No pensador.ai desde