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Frase de Diogo Silverio

A penumbra acende o contorno da pele, um sopro de música desliza lento, teu corpo é marulhar de desejo noturno, minha boca naufraga na tua maré. O silêncio pulsa entre notas e beijos, um ritmo secreto se escreve no ar. No balanço suave da noite sem pressa, somos dança, vertigem, incêndio e luar.

Diogo Silverio

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Carrego no peito o ofício da ternura, nos gestos pequenos onde o tempo se curva. Um café repartido, o silêncio de um olhar, e uma vida inteira que cabe na palma da tua mão. Teu abraço me veste de calma e chão, nele sou menino, sou abrigo e sou raiz. Na simplicidade clara do que é amor, descubro em ti a morada do meu existir.