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Frase de Matt Kai

⁠Era uma vez um Dramático... Para o dramático, tudo tem seu tempo Se rendem á emoção Aproveitam ao extremo o momento Pensam que não conseguem mudar de direção Se é para se alegrar, se alegram Se é para chorar, choram Se é para se estressar, se estressam Se é para falar, falam Se é para se assustar, se assustam Se é para amar, amam Se é para se entediar, se entediam Se é para gritar, gritam Se é para ter medo, tem medo Se é para ser estranho, é estranho Se ele quer, põe o dedo Mesmo que tarde ou cedo Muitas das vezes são empáticos Emotivos, sensíveis & simpáticos Tenho orgulho de ser dramático

Matt Kai

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Matt Kai

⁠Perdi minha poesia Perdi minha poesia Joguei fora minha magia
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⁠Perdi minha poesia Perdi minha poesia Joguei fora minha magia De alguma forma ou de outra Com certeza eu já sabia Que isso chegaria Como um soco no pâncreas Chegou sem aviso Sem menores discrepâncias Como vou recuperar Essa minha melodia Eu ainda vou procurar Vou achar uma saída

⁠Manhã Poética Deu a hora agora Sozinho em casa, depois de comprado o pão
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⁠Manhã Poética Deu a hora agora Sozinho em casa, depois de comprado o pão E feito o café, água pura outrora Senta, relaxa e pega o canecão Gastou seus esforços em algo simples Uma bebida quente, amarga & difícil de preparar Depois de tentar deixá-lo mais frio Apoiando-o no pires Bebe um bocadinho com medo de se machucar E se machucou A bebida do cuidado não tomou Queimou a língua & agora deixa-o de lado esfriando Esqueçe-o por um momento, para esqueçer a dor Pode ser doloroso para quem está começando Ele pega uma arma, uma faca Poderia ser usada para matar gente, quem diria Nas mãos da pessoa errada Mas está amanteigando o pão de cada dia Se bem manuseada No processo ele sujou a mão Não só a mão, mas o pano, o prato e a mesa Apenas para cortar & rechear o pão O custo & o preço de deixar algo mais agradável Então se lembra do canecão Toma coragem para tentar mais uma vez Dessa vez não sentiu dor, mas amargura Amargura pela criação que fez Mas ele gosta Parece controverso, sei como se sente Mas a bebida no canecão faz ele se sentir mais vivo Mas ele tenta adoçar com leite Para ser mais fácil de ingerí-lo Amargura se toma de vez em quando Mas quando tomado as montes A pessoa fica viciada, viciada em uma ilusão De culpa, tristeza & depressão Mas ele gosta e bebe mais Bebe demais E no doce também não se exagera Senão só paz, tranquilidade & alegria enxerga E o mundo não é só paz, tranquilidade & alegria É necessário um balanço, um equilíbrio precisaria Então teve uma idéia Um pouco de amargura aqui Um pouco de doçura ali Café com leite Bebida da vida

⁠O Arcadista Todas as noites eu desejo Poder sair da cama
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⁠O Arcadista Todas as noites eu desejo Poder sair da cama E depois de um bocejo Passear sem pisar na lama Dar uma volta na madrugada Na calada da noite Na cidade sossegada Andando como quem fosse Alguém tranquilo com a vida Com a cabeça resolvida ...e admirar as estrelas ...apreciar a beleza ...da doce natureza Seja de bicicleta Seja a pé Andando na floresta Fazendo o que quer Ao som de Pink Floyd Lendo na praça O pensador Freud Gozando da graça Da liberdade, independência Do Carpe Diem, da essência ...da simplicidade ...da humildade Melhor ainda seria Com uma companhia Chamar pela janela Com muita cautela E fugir, zoar por aí Grafitar, pular, conversar Aproveitar o tempo Cruzar os sítios nas estradas Entrar no mato, subir nas pedras Sentar na grama, sentir o vento Pensando & olhando pro céu Seria uma boa lua de mel

⁠Isolamento Faz tempo que não a vejo Preso neste quarto
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⁠Isolamento Faz tempo que não a vejo Preso neste quarto Não tenho nem contato Nem telefone mesmo Completamente segregado Eu fui olhar a galeria E vi uma foto sua e minha Me abraçando o pescoço E beijado meu rosto Na rua do meu portão Onde meninos jogavam Bola e pião Vi as conversas antigas Do número que foi cancelado Das vezes que te fiz companhia Queria estar do seu lado Numa ida á um parque noturno Comendo pipoca e churros Será que ainda pensa em mim? Já fazem 4x30 dias Em quarentena nessa casa Com saudades malditas Quando isso não nos separava Desculpa não aparecer No seu aniversário Queria te dar um presente Ou ao menos um comentário Da festa ou da roupa Que escolheu do seu armário É uma pena Que tristeza Quem me dera você Fosse vizinha minha Morasse logo na esquina Nos olhando na janela Quem me dera eu soubesse Seu número novo Ou seu instagram Pra nos falarmos de novo Ou até um telegram Só pra te ouvir de novo Talvez você pense Que te esqueci completamente Talvez já superou Essa idéia da sua mente Mas não se engane Penso em você a toda hora Quando vou dormir E quando o dia acorda Quando isso acabar Quando a escola voltar E sair de novo de casa Ás seis da manhã Será que o ônibus vai passar? Sera que você vai passar? Sera que vamos nos olhar? Isso já aconteceu outras vezes antes Na primeira foram seis Na outra foram três Essa não vai ser nada Eu espero o quanto puder Pra nos vermos cara a cara