Frase de Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
SETEMBRO Do pôr do sol neste horizonte rubente Eu perco-me, é tarde cálida no cerrado O pensamento ao vento e tão passado Numa contemplação remota e ausente A sensação se encole, e o vazio espora Ergue ao longe uma solidão perturbada E da saudade se ouve uma voz chorada Sussurrando ao ouvido agrura que cora Num segundo o céu tornou-se agreste E as minhas sofreguidões tão sozinhas Se espalhando por todo canto celeste Setembro. Sua rima nas prosas minhas É! ... falam de amor, como se me deste De novo a flor, que pro amor avinhas... © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 2021, setembro, 11, 18’27” – Araguari, MG
Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde