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Frase de Bia Pardini

⁠Clemência Pensamentos encarcerados Solidão de desejos reprimidos Pernas e corpo dilacerados Capacidade e tempo deprimidos Liberdade infernal, presidiária Dependência, insatisfação Coletividade imaginária Circunstâncias sem emoção Mundo contraditório Pena pede clemência Tudo é provisório História que não seduz Vida transitória Trevas sem luz. (Bia Pardini)

Bia Pardini

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Bia Pardini

⁠Amanhecer Sentir o perfume da manhã, o encanto do amanhecer, as cores do céu, o sol tentando penetrar pelas nuvens... da minha janela a vista de mais um dia, o refazer do que ficou de ontem e não deu certo, desatar nós...
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⁠Amanhecer Sentir o perfume da manhã, o encanto do amanhecer, as cores do céu, o sol tentando penetrar pelas nuvens... da minha janela a vista de mais um dia, o refazer do que ficou de ontem e não deu certo, desatar nós... É fascinante o amanhecer, a esperança de um hoje melhor e do coração cansado da insatisfação, da pressa, que seja como uma folha amassada e lançada para bem longe. (Bia Pardini)

⁠Laços Ela vive num lugar onde metade é experiência, outra metade é poesia e bemquerênça.
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⁠Laços Ela vive num lugar onde metade é experiência, outra metade é poesia e bemquerênça. Ela vive num lugar onde anjo é uma criança, onde irmão é laço, velho é confiança. O lugar que ela vive tudo é dividido e logo multiplica o que foi concedido. O lugar que ela vive é sabor de alimento e também é aroma de lavanda ao vento. A vida no lugar é luz na escuridão, é sol na tempestade com mansidão. A vida no lugar é silêncio e respiração, leve como pluma na imensidão. Vai, menina, dê a mão aos seus irmãos, enlace-os no abraço e ouça a pulsação de onde o bem é o ninho de sustentação. (Bia Pardini)

⁠Inútil Pensas errado que alguém te ama por nada em troca, o agrado e a beijoca são por tua utilidade. Quando te tornares inútil, o fútil passa a não tolerar mais o teu vazio, ele mesmo esvazia tua utilidade e te faz fatalidade. Um vazio de engasgar com o próprio ar, olhos a mei…
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⁠Inútil Pensas errado que alguém te ama por nada em troca, o agrado e a beijoca são por tua utilidade. Quando te tornares inútil, o fútil passa a não tolerar mais o teu vazio, ele mesmo esvazia tua utilidade e te faz fatalidade. Um vazio de engasgar com o próprio ar, olhos a meio mastro, já que nem rastro fica. É como um dia inútil, se for à praia, ao clube, ele é bom, mas se não tiver nada, nem camarão nem piscinão... esqueça, é completamente inútil. A utilidade te torna obrigação no dia inútil, não te acolhe e ainda te tolhe do que mais desejou. E escolhe a sucessão menos cansativa se tua utilidade for só prestativa. Uma sensação de intolerância com arrogância inútil te colocando no eterno vazio depois do fastio na tua mesa. E no monólogo da tua vida, não querida, sem diálogo, pegas no catálogo e tentas outra utilidade que te traga felicidade. (Bia Pardini)

⁠Inspiração O sol está nas ruas, nos parques, nas praias, montanhas, no Universo, em todos os lugares e ao se pôr é de uma beleza tamanha que nenhum poeta encontra palavras, métricas e rimas para cantar o seu fogo, seu jogo de cor, sua alteza, sua reza como ele realmente se apre…
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⁠Inspiração O sol está nas ruas, nos parques, nas praias, montanhas, no Universo, em todos os lugares e ao se pôr é de uma beleza tamanha que nenhum poeta encontra palavras, métricas e rimas para cantar o seu fogo, seu jogo de cor, sua alteza, sua reza como ele realmente se apresenta. O pôr do sol já foi tema para declarações, já acendeu luzes e ascendeu desejos, já abriu flores e fechou solidões, já enfraqueceu dores e intensificou amores, já causou lágrimas e já foi motivo de sorrisos... o se pôr... Assim como a semente precisa de dor para brotar, o sol precisa morrer para surgir a lua. Oh magnânima, comovedora, altruísta, sedutora lua que em todas suas fases revela-se aos poetas, namorados, seresteiros. Quisera eu sentir-te nos meus braços, sentir tua calma na minha palma para construir poemas sem dilemas, sentir tua paz que satisfaz, rimar-te no meu inspirar. És vida no resplandecer, descanso no cansaço, preenches espaços vazios dos insanos sombrios, misturas com o oceano, és serenidade na eternidade, sonho no adormecer. *Diz a lenda que o Sol e a Lua sempre foram apaixonados um pelo outro, mas nunca puderam encontrar-se e Deus, na sua infinita bondade, criou o eclipse para haver o encontro quatro vezes ao ano. (Bia Pardini)