Frase de Poeta Dolandmay Walter
TRISTE? Tristeza é o que diz a boca sem saber enxergar e ouvir o que diz e sente o coração.
No pensador.ai desde
TRISTE? Tristeza é o que diz a boca sem saber enxergar e ouvir o que diz e sente o coração.
No pensador.ai desde
POR UM BEIJO Dizer-te? O que me caberia dizer O que tanto sinto no meu peito
POR UM BEIJO Dizer-te? O que me caberia dizer O que tanto sinto no meu peito Se me és da vida, o amor eleito Sem que sintas n’alma o meu querer? Dizer-te, sempre me foi de enlouquecer Nesse caminho sem que perfeito Tenhas pulsado, e nada feito A esse coração, que é por ti, viver... Dizer-te, sempre me foi tanta virtude, Tanta paixão, tantos desejos Por teu amor louco em plenitude! Dizer-te, amor, que será um tanto Quando me der à boca os teus beijos E fazer de mim um só espanto!...
ILUSÃO Eu não quero o mundo, não amo o mundo que se faz solitário aos meus sentidos,
ILUSÃO Eu não quero o mundo, não amo o mundo que se faz solitário aos meus sentidos, aos meus amores, e aos jardins benditos que me são fiéis, e que me são profundos... Não quero parar, nem pensar, – oh! no fim! que tudo poderá acabar sem reconhecer a estrada em que eu caminho, sem perder as ilusões que se rogam dentro de mim... Nostálgica me é a vida, o amor me é existir; sem saber que aos corações nunca pude o prender, nem mesmo, com ele me iludir. Estranho me diz a transparência: estranho! como é que eu verso o amor em atitude se dentro de mim, eu apenas com ele sonho...
DILÚCULO Luz da manhã como o ouro da montanha alta,
DILÚCULO Luz da manhã como o ouro da montanha alta, intocável virgem, conforto da noite morta... Sonhos à brisa fresca beijando a face das flores, o verde das árvores, a alma vagante da noite... Calor do sol aquecendo os túmulos brancos e os negros, e os perdidos na esperança do conforto... Luz da manhã como a face dos anjos eternos, dos sonhos inocentes, das estradas silenciosas... Mesmo o meu corpo frio desconhecido aos céus, nas promessas eternas do tempo, elevai as minhas grandezas... Luz da manhã, que os teus sorrisos eu não perca nas horas do dia, no crepúsculo da vida...
CANÇÃO PRIMEIRA Desse amor que agora vivo No peito, que pulsa elevado
CANÇÃO PRIMEIRA Desse amor que agora vivo No peito, que pulsa elevado Que de perfeito em fado Fez-se canto, amor, contigo... E do distante que’u esperava Fez-se flor nascido em rosa Ao jardim que te rogava Nos versos de paixão e prosa... Um esplendor de sol tão cheio Na noite casta, uma explosão No sentir profundo coração Nesse amor que te vivo e leio... De perene um notar tão forte De cânticos a canção primeira Vejo em mim razão e sorte Vejo em ti, de crescer roseiras... Pétalas podem sem notar cair Melodias podem ser em dor Mas destino que provou de vir É de eterno nesse meu amor...