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Frase de Álvaro de Azevedo

Proposital Me encontro no encalço do delírio. Sou espectador, ator e diretor da minha própria Obra! E em meio a essa peça teatral, que é este conceito nato de moral, se formam os algozes, em busca da sentença final! Pobres carrascos… somente subjugam por obrigação. Porém o fazem com afinco, e imponencia... Mas o real culpado da desgraça e do fim imoral, é quem perpetra o ato inicial! Aquele que em primeira instância se julga correto afinal… e assim monta sua estratégia modal. No mais, o fardo da busca interminável se faz essencial! E agora vem a certeza e a convicção do erro! No entanto, o destino já se fez cabal... E de fundo se ouve o tilintar do ferro no concreto, os algozes se esvaíram… sobraram só os vestígios… do pobre conceito trivial...

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Álvaro de Azevedo

Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...