Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
SONETO PARA MARIA DO CARMO Quando à milícia silente do carecer Te algema no infortúnio do passado Pranteando o tempo já desperdiçado Um olhar ressurge no ardido viver De tão rara generosidade, e agrado Pôs-se ouvinte no ato de se oferecer Derramou palavras a me entorpecer De carinho, afago, ali tão adequado Assim, presença amiga no anoitecer Posso então, dizer, és laço apertado Tornando o revés doce, não salgado Maria do Carmo, prima, excelso ser Ides as perdas, fica o verso versado Pra ti, expressando o meu obrigado © Luciano Spagnol poeta do cerrado 16 de julho Cerrado goiano pra prima Maria do Carmo Magalhães
Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
No pensador.ai desde