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Frase de Rosangela Calza

⁠Finjo Enquanto isso eu finjo que vou... faço de conta que nada mudou... não preciso mais fingir sorrisos... estão eles escondidos. Mundo perdido? Há uma guerra se travando por aí... há tanto ódio sendo destilado... em inseguranças estamos banhados. Guerra externa: indivíduos contra indivíduos que nem se conhecem... sim, sabem que existem... pelas redes sociais. Poderosa essa rede: enredou-nos. Por mais que tentemos nos desenredar, ela está bem aí a nos abocanhar. Já tentei dessas cordas me desvencilhar, mas - tenho certeza de que você também já tentou se deletar desse mundo invisível, cansada de tela do computador... onde se vê tanta gente sempre, mas incapaz de ver a dor... até porque quando em frente à tela, somos todos amor. Guerra interna: coração no peito apertado... desolado. Vamos exatamente pra que lado? Sensação de ondas do mar de um lado pra outro a nos jogar. Viemos à tona... pra logo em seguida afundar... mal dá tempo pra um respirar. E assim vamos seguindo. Fingindo. Uma hora tem que acabar. Uma hora o vendaval vai se acalmar. Uma hora vamos recomeçar: num caminho de flores, num mundo só de amores, numa vida cheia de cores. Por enquanto é cinza... muitos tons de cinza. Acalma teu coração enquanto espera... espera enquanto finge... finge enquanto espera... e finge que não finge. Ah! e lembra: nunca ninguém disse que seria fácil... só que, sem Deus, certamente é bem mais difícil. "Why are you so paranoid? Don't be so paranoid Don't be so Baby don't worry bout it Hey there don't even think about it You worry bout the wrong things The wrong things [...]" (Paranoid (feat. Mr. Hudson) Kanye West) Rosangela Calza

Rosangela Calza

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Pensador.com

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Outras frases de Rosangela Calza

⁠Respeitem meu espaço, please! Quero poder gritar. Quando algo está a me incomodar.
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⁠Respeitem meu espaço, please! Quero poder gritar. Quando algo está a me incomodar. Se tento me controlar... Nada pior pra me desestabilizar. Manter silêncio? Dentro de mim esse silêncio é estrondoso... bombástico. Pronto a tudo explodir... ou implodir. E me fazer sumir. Quero chorar rios de lágrimas. Lavar a alma. alvejar... purificar. E continuar livre, leve, solta... pela vida a saltitar.

⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer.
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⁠Continua sendo intolerável viver. Não entendo por que se comemora tanto o nascer. Nasce-se e começa-se a morrer. Que graça há nisso? E se fala em esperança... Que ironia. Toda noite sucede o dia... Luzes... depois sombras. Momentos de paz, sim... Mas há tantos mais de agonia. Somos solitários... Embora as pessoas se iludam que o estar rodeadas de gente é estar em companhia. Seguimos na nossa tristeza. Colocamos máscaras. Não nos desvendamos totalmente... Expomos só o que nos convém. Escondemos o que aos outros mostra que não estamos bem. Envolvidos em trapos... Farrapos... Há sempre algo de demente no viver. Dormir e acordar. Tudo é uma luta inútil. Tudo tanto faz. E eu? Bem, eu sigo triste e amargurado... Descalço, por este mundo de pedras e espinhos pra todo lado

⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo,
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⁠Minha solidão Parecia minha aquela solidão Era um vazio tão profundo, um andar tão só no mundo, um tormento de isolamento. Parecia minha aquela solidão... Vinha sempre tão sozinha, só acompanhada de seus fantasmas só com coração repleto de solidão. Só, sozinha em sua solidão, só queria que alguém na multidão estendesse pelo menos uma vez a mão... e lhe tocasse o solitário coração.

Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos...
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Vá e não volte Vou até ali na frente e não volto. Na vida, tudo deveria ser assim... vá e não volte. Não volte, porque se voltar pode se perder outra vez. Todo mundo deveria nascer sabendo disso. Viver é seguir em frente... não ficar dando voltas, andando em círculos... Lembra como era antes da sua última partida? Você cansava de mim e partia... eu, por dentro, sorria. Sabia que você voltaria. Só que de tanto você partir e eu sorrir... os sorrisos acabaram... agora, quando você parte, eu choro. Só choro. E eu não quero gastar o meu choro... eu não quero chorar até não ter mais lágrimas... então, por favor, vá e não volte. Agora a cada partida sua, atravesso desertos dentro de mim. Você volta... um oásis... até que enfim. E quando eles tiverem fim? Então, vá e não volte. Não quero os desertos, nem os vales de lágrimas... Se você gosta de mim um pouquinho só... então, vá e não volte. ⁠