Frase de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
Fim do outono Perdoa-me quimera ressequida Aos amuos dos ventos, plainar De ti me perdi nesta sovina vida Nas trilhas áridas do caminhar E no choro pela ilusão esquecida O coração arde no pouco amar Tal qual folha seca desprendida Pelo ar... Num voante abandono Como uma saudade desmedida Vagindo no beiral do fim do outono Que desnudo vai-se em despedida. Luciano Spagnol Cerrado goiano
Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde