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Frase de Claudia Ametista

Antes eu tinha uma completa admiração por quem era cheio de certezas e levava embaixo do braço um manual pro sucesso na vida. Achava que se sentir perdido era terrível, angustiante e coisa de perdedores...e confesso que me doía um bocado sentir-me perdida e ter aquelas inúmeras crises existenciais... ( e ainda as tenho...). Hoje, as pessoas que mais admiro são as que se sentem ou já se sentiram perdidas. Quem se perde, é porque busca se encontrar. É porque busca respostas, pois se questiona. Aprendi vivendo, que cada calo que a gente tem nos pés, pelos tantos caminhos que a gente já andou, se transformam em experiências que nos constroem enquanto seres humanos. E sinceramente, eu não abriria mão de nenhum dos meus calos, olhando para todos eles, sorrio e choro por perceber que não mais me ferem, mas que me fazem ser quem eu sou, e me deixam cada vez mais próxima da vida... mais próxima de mim.

Claudia Ametista

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Claudia Ametista

Aprendi que nunca começamos nada do zero, porque nossa vida está em constante construção.
“Bonito mesmo é encontrar-se dentro de um abraço. Um abraço acolhedor e tranqüilo, capaz de desarmar orgulhos e medos. Perder-se no caminho do abraço, e achar-se por entre ele. Dar de cara com sua respiração forte, quente, viva. Bonito é essa coisa de querer sair correndo pelas r…
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“Bonito mesmo é encontrar-se dentro de um abraço. Um abraço acolhedor e tranqüilo, capaz de desarmar orgulhos e medos. Perder-se no caminho do abraço, e achar-se por entre ele. Dar de cara com sua respiração forte, quente, viva. Bonito é essa coisa de querer sair correndo pelas ruas do mundo, com uma vontade arrebatadora de sentir-se achado na vontade de encontrar por algumas frações de tempo, o sentimento de querer estar num lugar que tem um quê de humano, alguma coisa de magia e uma essência toda perfumada, de divino.”

E quantas vezes ela observara a lua pela janela, se modificando radiante a cada novo ciclo. Incontáveis vezes, ela olhara para o sol que brilhava no azul do céu, e aquelas nuvens de algodão a convidavam a acalentar sua alma. Era só uma menina, cujo olhar não enxergava sol, lua, c…
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E quantas vezes ela observara a lua pela janela, se modificando radiante a cada novo ciclo. Incontáveis vezes, ela olhara para o sol que brilhava no azul do céu, e aquelas nuvens de algodão a convidavam a acalentar sua alma. Era só uma menina, cujo olhar não enxergava sol, lua, céu. Era uma alma, que procurava seu caminho, pois sabia que além daquele horizonte, poderia sonhar seus sonhos, parear com suas quimeras e encontrar-se na luz mágica e quase imperceptível, capaz de mover todo o universo.