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Outras frases de Claudia Ametista

“Bonito mesmo é encontrar-se dentro de um abraço. Um abraço acolhedor e tranqüilo, capaz de desarmar orgulhos e medos. Perder-se no caminho do abraço, e achar-se por entre ele. Dar de cara com sua respiração forte, quente, viva. Bonito é essa coisa de querer sair correndo pelas r…
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“Bonito mesmo é encontrar-se dentro de um abraço. Um abraço acolhedor e tranqüilo, capaz de desarmar orgulhos e medos. Perder-se no caminho do abraço, e achar-se por entre ele. Dar de cara com sua respiração forte, quente, viva. Bonito é essa coisa de querer sair correndo pelas ruas do mundo, com uma vontade arrebatadora de sentir-se achado na vontade de encontrar por algumas frações de tempo, o sentimento de querer estar num lugar que tem um quê de humano, alguma coisa de magia e uma essência toda perfumada, de divino.”

E quantas vezes ela observara a lua pela janela, se modificando radiante a cada novo ciclo. Incontáveis vezes, ela olhara para o sol que brilhava no azul do céu, e aquelas nuvens de algodão a convidavam a acalentar sua alma. Era só uma menina, cujo olhar não enxergava sol, lua, c…
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E quantas vezes ela observara a lua pela janela, se modificando radiante a cada novo ciclo. Incontáveis vezes, ela olhara para o sol que brilhava no azul do céu, e aquelas nuvens de algodão a convidavam a acalentar sua alma. Era só uma menina, cujo olhar não enxergava sol, lua, céu. Era uma alma, que procurava seu caminho, pois sabia que além daquele horizonte, poderia sonhar seus sonhos, parear com suas quimeras e encontrar-se na luz mágica e quase imperceptível, capaz de mover todo o universo.

“Tem dias em que a minha alma acorda repleta de harmonia, pura, leve com perfume de primavera. Há momentos em que a razão grita com a minha alma, pedindo respostas, estipulando prazos, acusando-a dos dissabores do caminho. Nesses momentos, eu costumo ficar em silêncio, escutando…
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“Tem dias em que a minha alma acorda repleta de harmonia, pura, leve com perfume de primavera. Há momentos em que a razão grita com a minha alma, pedindo respostas, estipulando prazos, acusando-a dos dissabores do caminho. Nesses momentos, eu costumo ficar em silêncio, escutando o turbilhão que se passa dentro de mim... nesses momentos peço ao universo, que este silêncio seja logo ocupado por um barulho suave, de coração batendo e respiração se aproximando. São nesses momentos que de forma ou de outra, sinto um afago divino na alma, capaz de findar toda a minha tempestade.”