Frase de Naeno Rocha
JOÃO PAULO II Quem seria capaz de repetir o acto, De uma noite densa reinventar o claro, E de um caos profundo, num amor tão caro, Dar como obreiro do Divino amor, e amar. Amar na intensidade do primeiro amor sentido, O amor nunca remido, posto que só o bem criou, Só o bem plantou, e na mesma intenção desmedido, Dar-se inteiro, vasto corpo, do cosmos inteiro, feitor. Quem se atreveria com perigos agora mais evidentes, Atrofiar as horas, acalmar o vento, refazer o temo? Qual o humilde, e tudo podendo, os clamores sente, E refaz o mundo no mesmo modelo e as gentes, Deixar constrangido, frente ao amor sentido, puro E não se abater de sua fragilidade, e quis e fez, Uma outra história, um movo tempo, para o futuro, Se pensar o passado, se fazer no presente, que esse refez. Um rei que do seu trono desceu, e não maos sentou-se E fez do mundo uma casa maior e mais promissora Que perdoou setenta vezes sete, e até mais perdoou, Por ter atinado: os decretos de Deus não são dez, nem dois
No pensador.ai desde