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Frase de Analise da SILVA

DO PORÃO À REALIDADE Dependendo do retorno Que se espera, Perde-se Anos ou seis horas. Já havias ditado Meu destino. Eu teimei Não quis ouvir. Hoje ecoou tão forte. Pareceu estar dito, Desde os labirintos Daquela casa Rosada, Ao final dos anos De chumbo. Te busco hoje e À minha esquerda Não estás. Talvez Somente eu Tenha vislumbrado lá.

Analise da SILVA

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Analise da SILVA

Em resposta ao teu convite Talvez eu não deva... Talvez...
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Em resposta ao teu convite Talvez eu não deva... Talvez... Pois que assim de perto Ao me virem a sorver Pensem, talvez... Já que toda improbabilidade é possível, Que eu assim esteja Talvez, e somente talvez, Meu louro, prá te esquecer. Tudo bem! Talvez eu possa mentir. E dizer que esteja assim Pra esquecer um falso amor. Mas tu sabes... Ah, e eu sei, habitante do meu ser, Que a cada gole o que brindo É a esperança de tornar invisível Que minha morada é tua alma; Que meu remédio é teu calor; Meu encanto o teu viver; Meu drink o teu prazer. Então, talvez... Novamente, discreta, secreta, E ardentemente, Possamos nos beber.

OUTRA MORTE Eu não tenho o que te dá prazer. Nem o carro – quatro por quatro.
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OUTRA MORTE Eu não tenho o que te dá prazer. Nem o carro – quatro por quatro. Teu beijo custa caro. Lidas com a justiça e tua troca é justa. Nem o vestido - tomara que caia. E te vendes por tão pouco. Nem o salto 15. Para que se descestes tão baixo? Nem o cabelo tingido. Fingir ser quem não sou?! Nem o dinheiro que sustenta tudo isso. A falta em mim é a do dinheiro. É o que te afasta. O que nos separa. Não é minha aliança. Nem as nossas diferenças. É que não tenho a renda que você precisa. Não posso te pagar a arte. Não tenho como te cobrir o torpor, nem a poesia. Entendi as razões de não estar em teu leito. Entendi porque não me queres por parceira. Comigo só quando já é impossível respirar sem. Não é comportamento. Não é ideologia. Não é desígnio divino. É prata. Prata para adornar a ti. Prata para custear teus quatro. Meus três. Nosso um. Nesse nunca tocarás. Desse nunca saberás. Esse nunca olharás. Em tudo o que tocas vês o valor do metal. É assim que entendes o escambo. É tua criação pelo ouro. Nunca. Entendi. Vá e fiquem. Até que a morte os separe. Outra morte. Pois o que vives é isso sem mim.

ESPERA ARDENTE Vem cá meu nêgo. Te quero e é muito.
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ESPERA ARDENTE Vem cá meu nêgo. Te quero e é muito. Te espero com um beijo. Beijo bom estalado e faz anos Te desejo e isso arde. Ardente ardor. Me lembra uma dor que jamais senti. Lembra quando prendes Minhas coxas com as suas. Me lembra quando você diz me amar. Diz que sou a mulher da sua vida. A sua mulher da vida. Parece a felicidade que jamais teremos. Você encoxando coxas que não são as minhas. Eu voltando para uma cama que não é a sua. Me convenço que essa é a música. Você se convence de que é assim que toca. Nós nos convencemos do absurdo. Estou com outro. Você estará com outra. Sermos? Somos nossos. Termos? Um ao outro. Inteiros. Pela eternidade de nossos desejos e prazeres.

Nosso amor Nosso amor é lindo, porque é meu e seu. E sendo nosso me faz uma pessoa melhor.
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Nosso amor Nosso amor é lindo, porque é meu e seu. E sendo nosso me faz uma pessoa melhor. Quando fazemos amor, alimentamos o universo. Damos motivo prá que a Terra gire, prá que a Lua brilhe, prá que o Sol aqueça, prá que a estrela cintile, prá que o homem cresça. Quando paramos temos nos lençóis uma obra onde as cores, as luzes, as formas e o desenho dão uma vaga idéia de todo o amor que fazemos. Não há lugar prá saudade, pois estamos e somos. Sentimos a permanente presença do luar, do mar, do caminhar, do cavalgar, do desejar, do acariciar, do deitar. Sentimos a força e o prazer do nosso olhar. Sentimos a vida nos perpassar. Sem culpa, sem pudor, sem mágoa, sem rancor. A cada calafrio das lembranças da alcova, sentimos nossos cheiros e a mistura que eles criam, lembramos os íntimos segredos compartilhados, recordamos as falas, as escutas, as carícias, os calores. Queremos mais disso! Amamos confins ao anoitecer de ontem sem querer voltar no entardecer de hoje. Quando fazemos amor, fazemos!