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Frase de Kiko di Faria

ATOLEIRO A imensidão celeste de seus azuis olhos lindos A maciez de seu alvo toque de pele adocicada A leveza e profundidade de seu cintilante sorriso A dubiedade de seu semblante tímido atrevido A doçura da paixão voraz a sussurrar seu nome Insistentemente ao meu ouvido A ânsia de sentir-te, ter-te, possuir-te A certeza amarga de sem ti ficar A hora cruel e irremediavelmente breve Cegando meu olhos que só querem te olhar A distância certa, num caminho incerto Que nos fez tão próximos em breve encontrar Levando pra sempre a luz do seu ser Que tão fugaz brilhou para meu mundo encantar Que ser mais volúvel é o ser poeta Que se dá ligeiro sem se quer pensar Vai na boca doce de lábios risonhos Vai no olhar brilhante de azul profundo Nas macias mãos que quis acariciar... Contudo partindo fica a beira da vida Olhando a vida a se fazer sonhar.

Kiko di Faria

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Pensador.com

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Outras frases de Kiko di Faria

RECEIOSA A DESEJAR Seu olhos têm vida Têm sede e saudade de si
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RECEIOSA A DESEJAR Seu olhos têm vida Têm sede e saudade de si Perdida se sentes se vê Tão frágil a esbanjar força e poder Tão bela tão meiga Só quer seu amor sendo amado servido comido na mesa do amar És flor de láureas pétalas que se despetála ao se despertar Na calidez da solidão e do desejo de se ver amada Envolta no aconchegante manto do amor Amor que não se mensura que não se acaba que não se esvai ou vai Amor que fica no vai e vem no embalo da vida no embalo dos corpos Nos olhares a se verterem em si Se recriando mutuamente sempre quentes e famintos Se fecha sem medo com medo de amar Ansiando pelo amor.

PANGOZO Deixe que eu te olhe Te aprecie que eu te queira
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PANGOZO Deixe que eu te olhe Te aprecie que eu te queira Deixe que eu te ame Que eu te veja e te deseje Deixe que eu te coma Te deguste e que eu te goze Deixe que eu te tenha Que me tenhas que me aproves Deixe que à distância Tudo seja sem o ser Deixe o não consumado A consumar-se por ser Eu em ti e tu em mim... Eternamente A se verter.

SONETO EM A Ah! Paixão volátil que se dissimúla Ao sabor dos ecos do vento da emoção
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SONETO EM A Ah! Paixão volátil que se dissimúla Ao sabor dos ecos do vento da emoção Agindo nas veias o sangue coagúla A furtar-me o tênue fio da razão. Atônito ante seus olhos reluzentes Almejo ver seus sonhos seus segredos Acordo encarcerado em correntes Atado e impedido então me vejo. Ao menos no olhar minha te tenho Assim grilhões não me podem conter Amando-te no silêncio, me contenho Aline, que a um olhar aprisiona Aos mortais que em tua órbita passeiam e A cada instante por ti se apaixonam.