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Frase de Azevedo Silva

Oh! Noite inebriada pelos pensamentos nefasto do ser Não me aconselhe noite Noite macabra,entendiada e de sorriso aparente Quem és tu? Para dirigir-se a mim com esse ar de poderosa Não passas de uma noite nefasta e sombria Vaticinadora de notícias desalentadoras e cruéis Acordas e voltes a si,e deixes de ser nefasta Aí poderás aconselhar-me,e ensinar-me O caminho da prudência,a estrada longa da vida Vida vivida,sentida,sofrida Castigada pelo Sol causticante do deserto Deserto - sinônimo de calor e frio Na amplidão do universo Na imensidão do céu azul O mundo do meu ser - simplesmente vazio Vazio dos pensamentos nefasto Nefasto pensamentos vai pelas correntezas do rio Rio - fonte despoluidora dos maus pensamentos Sentimentos,calor e frio Frio que dói na alma Alma ,sentimentos,ventos -calafrio Noite,noites nefastas Tu não estás sozinhas Estás acompanhada do medo Medo da solidão e da falta de carinho Acordas noites,ainda há esperança de mudanças Mudanças transcendentais Mergulhar no espaço sideral Pensar como os animais Viver nos braços da coerência Dormir - e acordar um homem racional No mundo onde a unidade é um princípio de vida O amor - o começo,o meio e o fim Oh! Noite dos pensamentos nefasto Teus conselhos não me servem Quero mesmo é distância de ti.(AZEVEDO SILVA)

Azevedo Silva

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Pensador.com

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É quase fim de tarde, E tudo continua como começou. O dia fora esplendoroso,
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É quase fim de tarde, E tudo continua como começou. O dia fora esplendoroso, Os acontecimentos nem tanto, Mas na perspectivas de um olhar, Tudo fora gratificante e encantador, Os encontros,as rizadas,as histórias... Oh ! vida malvada Falou-me de amor, Quando era odiado, Falou-me de fidelidade, Quando a infidelidade, Era festejada. Que mundo é esse ? Se os valores estão invertidos, Pela justiça injusta A bem da verdade protegidos. Não posso mudar e nem devo, Mas posso não aceitar Tamanha insensatez Aonde vamos chegar... Será no porto do conformismo, Ou abrir a boca e gritar? Clamando por socorro... Sem ter quem nos ouvir. De plantão só os que, Querem nos aprisionar, Sem direito a fiança Aguardando só o momento De nos condenar.

A penumbra da noite diminui a visão Mas enaltece o romantismo Sentado à mesa
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A penumbra da noite diminui a visão Mas enaltece o romantismo Sentado à mesa O casal à meia-luz Se curtem e se fascinam Por meio de palavras persuasivas Arranca suspiros do seu par À noite nem parece está à meia - luz Porque a chama do amor Ilumina o ar de escuridão E os gestos simples e calientes Surgem com a cumplicidade Cumplicidade do amor "Eros" Que irradia e incendeia o relacionamento O vulcão entra em erupção E as carícias se materializam Como se fosse um jogo Aonde não há perdedores Pois são mútuas e recheadas de carinho Os afetos são uma realidade real Não é cinema e nem prosa E muito menos carnaval É a explosão do proibido amor A dilatação da gestação Dura apenas nove meses O clímax chega Perde-se a razão No claro ou no escuro Não há lugar ideal Para extravasar a paixão Simplesmente viva o amor E ouça a voz do coração.

Quem tu és ? Quem sou ? Quem tu és ? Eu sou a essência da rosa
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Quem tu és ? Quem sou ? Quem tu és ? Eu sou a essência da rosa A vida da flor! Quem sou ? Sou a liberdade do cativo A felicidade no amor ! Quem tu és ? Eu sou o segredo da existência , O atalaia na dor! Quem sou ? Sou o brilho dos teus olhos, Da rebeldia - o pacificador ! Quem tu és ? Eu sou o espírito da liberdade , O grande libertador ! Quem sou ? Sou a alegria do teu passadio , Do teu presente - o labor ! Quem tu és ? Eu sou a medula da ternura , A essência da cor ! Quem sou ? Sou a vida na relva , A felicidade do sofredor ! Quem tu és ? Quem sou ?

Calafetar a alma na escuridão das obras negras da vida/irradiar o ser com o gosto doce da matar inocentes e indefesos seres e vesti-los com a prata da mortalha sem o valor da consciência moral/Erradicar definitivamente a cidade das emoções provocadas pela insensibilidade dos que…
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Calafetar a alma na escuridão das obras negras da vida/irradiar o ser com o gosto doce da matar inocentes e indefesos seres e vesti-los com a prata da mortalha sem o valor da consciência moral/Erradicar definitivamente a cidade das emoções provocadas pela insensibilidade dos que foram mortos sem ter a chance de se quer pensar em matar/Embrenhar-se na sonorização dos pensamentos densos e caminhar pelo encostamento da mata virgem do inconsciente do ser/Navegar nas ondas metálicas do bom senso humano e sentir-se atraído pelos discursos vazios da verdade e revestidos do manto denominado corrupção/O esconderijo seguro no presidio de segurança máxima da suprema corte ponto central da impunidade vestida de discursos "justos e austeros" da camuflagem das luzes neon do âmago da alma de homens,mulheres descompromissados com a verdade e desprovidos da justiça/Há se pudesse trancá-los ou prendê-los na malha de aço da consciência dos inocentes e indefesos que são mortos pelos mísseis do descaso e pelas armas químicas do poder dominante que se diz: A nós representar/Tudo é mesmo colorido,fantasiado no fantástico do sonhar transpondo o intransponível da ganância do poder,poder tudo caricaturar.