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Frase de Azevedo Silva

Quem tu és ? Quem sou ? Quem tu és ? Eu sou a essência da rosa A vida da flor! Quem sou ? Sou a liberdade do cativo A felicidade no amor ! Quem tu és ? Eu sou o segredo da existência , O atalaia na dor! Quem sou ? Sou o brilho dos teus olhos, Da rebeldia - o pacificador ! Quem tu és ? Eu sou o espírito da liberdade , O grande libertador ! Quem sou ? Sou a alegria do teu passadio , Do teu presente - o labor ! Quem tu és ? Eu sou a medula da ternura , A essência da cor ! Quem sou ? Sou a vida na relva , A felicidade do sofredor ! Quem tu és ? Quem sou ?

Azevedo Silva

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Pensador.com

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É quase fim de tarde, E tudo continua como começou. O dia fora esplendoroso,
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É quase fim de tarde, E tudo continua como começou. O dia fora esplendoroso, Os acontecimentos nem tanto, Mas na perspectivas de um olhar, Tudo fora gratificante e encantador, Os encontros,as rizadas,as histórias... Oh ! vida malvada Falou-me de amor, Quando era odiado, Falou-me de fidelidade, Quando a infidelidade, Era festejada. Que mundo é esse ? Se os valores estão invertidos, Pela justiça injusta A bem da verdade protegidos. Não posso mudar e nem devo, Mas posso não aceitar Tamanha insensatez Aonde vamos chegar... Será no porto do conformismo, Ou abrir a boca e gritar? Clamando por socorro... Sem ter quem nos ouvir. De plantão só os que, Querem nos aprisionar, Sem direito a fiança Aguardando só o momento De nos condenar.

A penumbra da noite diminui a visão Mas enaltece o romantismo Sentado à mesa
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A penumbra da noite diminui a visão Mas enaltece o romantismo Sentado à mesa O casal à meia-luz Se curtem e se fascinam Por meio de palavras persuasivas Arranca suspiros do seu par À noite nem parece está à meia - luz Porque a chama do amor Ilumina o ar de escuridão E os gestos simples e calientes Surgem com a cumplicidade Cumplicidade do amor "Eros" Que irradia e incendeia o relacionamento O vulcão entra em erupção E as carícias se materializam Como se fosse um jogo Aonde não há perdedores Pois são mútuas e recheadas de carinho Os afetos são uma realidade real Não é cinema e nem prosa E muito menos carnaval É a explosão do proibido amor A dilatação da gestação Dura apenas nove meses O clímax chega Perde-se a razão No claro ou no escuro Não há lugar ideal Para extravasar a paixão Simplesmente viva o amor E ouça a voz do coração.

Calafetar a alma na escuridão das obras negras da vida/irradiar o ser com o gosto doce da matar inocentes e indefesos seres e vesti-los com a prata da mortalha sem o valor da consciência moral/Erradicar definitivamente a cidade das emoções provocadas pela insensibilidade dos que…
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Calafetar a alma na escuridão das obras negras da vida/irradiar o ser com o gosto doce da matar inocentes e indefesos seres e vesti-los com a prata da mortalha sem o valor da consciência moral/Erradicar definitivamente a cidade das emoções provocadas pela insensibilidade dos que foram mortos sem ter a chance de se quer pensar em matar/Embrenhar-se na sonorização dos pensamentos densos e caminhar pelo encostamento da mata virgem do inconsciente do ser/Navegar nas ondas metálicas do bom senso humano e sentir-se atraído pelos discursos vazios da verdade e revestidos do manto denominado corrupção/O esconderijo seguro no presidio de segurança máxima da suprema corte ponto central da impunidade vestida de discursos "justos e austeros" da camuflagem das luzes neon do âmago da alma de homens,mulheres descompromissados com a verdade e desprovidos da justiça/Há se pudesse trancá-los ou prendê-los na malha de aço da consciência dos inocentes e indefesos que são mortos pelos mísseis do descaso e pelas armas químicas do poder dominante que se diz: A nós representar/Tudo é mesmo colorido,fantasiado no fantástico do sonhar transpondo o intransponível da ganância do poder,poder tudo caricaturar.

O excêntrico do aventureiro A alma do embusteiro O norte - fazer o mal
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O excêntrico do aventureiro A alma do embusteiro O norte - fazer o mal E ainda assim ganhar dinheiro Caminhar no além-mar Desfilar no Cruzeiro Da doce ilusão E cair no despenhadeiro O abismo da insanidade O egoismo faceiro. Recobrei à memória Descobrir ser um forasteiro Sem alma ,sem coração O sangue do desespero Sair do coma profundo Entrei no veleiro Barco a vela - um sonho A musa de um Cancioneiro Reconstruir uma vida Mudar uma história Brasil - brasileiro País americanizado Malvado estrangeiro