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Frase de Nuno Nebel

O forró é bem gostoso, Água de coco é envolvente, Mas aqui o loco quando toca miúda, Entra na vida da gente!

Nuno Nebel

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Pensador.com

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Poema do desafio. Que todas as minhas horas, os meus dias, os meus anos passem. Que todas as demais estações do tempo também o façam.
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Poema do desafio. Que todas as minhas horas, os meus dias, os meus anos passem. Que todas as demais estações do tempo também o façam. Eu que as viva, qual maluco, com as ilusões infantis que só o tempo as cure. Eu amar-te-ei em todas as minhas eras, em todos os curtos momentos. Podem passar mil águas por vinte pontes, com as saudades abraçando os leitos, contornando obstáculos, mas amar-te-ei como se a única vez no meu tempo as águas se permitissem, mesmo com todas as aventuras. Amar-te-ei para além deste céu que possuo, bem lá no alto, bem cá em baixo. Ainda que um outro alguém te tenha, entre os lençóis confidentes, e mesmo que os beijos sejam mornos, palavras soltas ou nada coerentes , que a nossa alma seja vagamente enamorada, sobre qualquer prazer de carne ou apenas uma entrega fugaz. Eu amar-te-ei sobre qualquer dor que me faça pesar, sobre qualquer orgulho que me possa ferir, qualquer despeito que me possa fazer chorar. Amar-te-ei por cima de qualquer facada no meu coração, qualquer distância que a era nos tenha imputado na vida. Eu apenas sei, que amar-te-ei para além do meu tempo, pois não é pequeno este meu sentimento. Se ao menos soubesses todo o seu tamanho, pois eu sou pobre de carne, mais pequeno no tempo.

⁠Irei vender a morte ao desejo. Vou vender beijos aos marinheiros, acorrentar as ondas aos pés da minha amada, semear anarquias no vento para que tudo se vá. Abraçarei uma estrela à noite, ouvirei os segredos de um búzio, sobre a vida que ela leva em alto mar, onde quer que eu…
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⁠Irei vender a morte ao desejo. Vou vender beijos aos marinheiros, acorrentar as ondas aos pés da minha amada, semear anarquias no vento para que tudo se vá. Abraçarei uma estrela à noite, ouvirei os segredos de um búzio, sobre a vida que ela leva em alto mar, onde quer que eu pernoite. Trarei nas mãos castelos de areia, e dentro deles sonhos, cometas, sereias e roletas. Andarei vagueando e despido no cais, puxarei conversa com os gatos vadios, enquanto vou polindo a vida de um ouriço. Esperarei pela maré baixa, para que as ondas me tragam as correntes.