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Frase de Mariana Mens

Minha última paixão, único amor Às vezes eu gostaria de fantasiar com a vida, acordar com os sonhos, viver com a loucura, amar com a despedida, chorar com as alegrias, sorrir com os abraços, rir com os beijos e viver imersa no espaço de um coração. Queria voar com a alma, andar com a liberdade, beijar com a verdade, sonhar com a felicidade, amar com a saudade, partir com a eternidade, queria me lembrar de um amor de verdade. Queria dar à vida um pouco mais de veracidade, dar aos momentos inesquecíveis a hora da eternidade, dar a chuva o calor do meu amor, dar-me em flor para um grande amor, dar-me além, queria me entregar por inteiro, não apenas de corpo ou apenas de coração, queria entregar-me de alma. Mas não toco os pés no chão se eu voar, e se eu voar, eu posso, mas logo caio ao chão. Queria dar asas a minha alma para que ela voasse pelos céus da felicidade, sobrevoasse os mares da verdade, pousasse sobre a ilha do amor, deitasse sobre a areia da pureza, que observasse a paisagem e lesse a vida nas palmas do tempo e me levasse com os ventos adentro. Queria beijar, amar e voar, mas não posso, tenho que escolher um ou outro querer para assim não sofrer nem derreter meus sentimentos em lágrimas tentando esquecer. Queria que minha alma pousasse no seu coração, mas digo queria, pois se dizer que quero, eu me apego e enlouqueço. Queria viver e amar sem medo de sofrer, nem medo de perder, nem medo de sonhar, mas deixo de querer para viver sem sofrer... E esse é meu último suspiro que tenho a dizer.

Mariana Mens

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pressentimento imprescritível Sinto saudade da época em que você era um desconhecido para meus olhos, um visitante para meu coração e um pensamento passageiro entre minhas emoções confusas. Sinto saudade de um tempo em que não tinha lembranças suas.
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Pressentimento imprescritível Sinto saudade da época em que você era um desconhecido para meus olhos, um visitante para meu coração e um pensamento passageiro entre minhas emoções confusas. Sinto saudade de um tempo em que não tinha lembranças suas. Sinto saudade de ouvir sua voz, ser levada até você através do pensamento e ser surpreendida no exato momento pela sua ligação, provando assim nossa ligação até mesmo através de um breve pensamento. Sinto saudade de me envolver, sem ligar. Sinto saudade de te ter e não ter medo de te perder, pois apenas estava aproveitando o momento. Sinto, hoje, dentro do meu coração que ambos estamos a nos procurar, mas com medo recuamos. Sinto um intenso desejo de te rever, o qual é estimulado pelos pensamentos e lembranças que me levam até você. Sinto, neste momento, lágrimas pelo meu rosto escorrerem e meu coração se despedaçar nessa intensa emoção por sua razão. Sinto que em algum lugar ainda vou te reencontrar nem que para isso o que me reste é desesperadamente lhe procurar.

Realidade inventada Vejo o sol, vejo o mar; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar;
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Realidade inventada Vejo o sol, vejo o mar; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lembrança de viajar; Vejo que estou sob a luz do luar, vejo o tempo passar; Vejo a chuva tudo molhar, vejo a estrela brilhar; Vejo esse meu sonho acabar, vejo-me a tentar tudo melhorar; Vejo esse meu pensamento tentando melhorar se acabar; Vejo esperança no olho brilhar, vejo a beleza em tudo que há; Vejo esperança nos olhos de uma criança, mas não vejo mais em meu olhar; Vejo a beleza em todos, mas não vejo em mim, tão pouco reconheço meu reflexo; Vejo que estou presa neste baú a que devo chamar de coração, estou aqui esquecida; Vejo que não tenho ações nem reações, pois estou presa neste coração; Vejo que tudo que há de bom em mim está aqui, mas está guardado e preso no fundo deste baú onde ninguém pode ver além de mim; Vejo que deixei de sentir, vejo meu olhar se apagar e se calar; Vejo o meu sorriso aqui escondido e preso neste baú a que devo chamar de coração; Vejo meus sonhos se perderem, minhas esperanças desaparecerem e eu estamos aqui presos sem ter como reagir diante a essas injustiças; Vejo as ondas sobre o mar, vejo a lua a noite iluminar; Vejo que meu baú foi-se a atirar sobre as ondas deste mar; Vejo que dói me lembrar, vejo eu neste mar me atirar presa dentro deste baú; Vejo que aqui não é mais meu lugar, mas não tenho como escapar terei que junto a este baú, chamado coração, devo me atirar; Vejo meu lar desmoronar, meu ser desaparecer e meu sonho de esperança acabar; Vejo agora que acordei tudo ainda está aqui, nada mudou; Desse sonho de desabafo e esperança acordei;