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Frase de Sara Melissa

“Embriagada e sozinha Como nos velhos tempos Sinto-me entorpecida Em busca de um beijo; Quero estar em chamas Experienciar a intensidade Sentir sobre a cama Do prazer às extremidades; Me apetece ocupar a boca Mesclar sabores antagônicos Me apetece despir a roupa D’um corpo ou amor platônico; Todavia o outrora se repete E como outrora o desejo excessivo Apenas, infeliz, se converte Em poemas sobre vinho tinto.”

Sara Melissa

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Sara Melissa

“Às vezes eu amo-te Às vezes eu não, E quando não amo-te
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“Às vezes eu amo-te Às vezes eu não, E quando não amo-te Sou escuridão, Às vezes dolorida, Às vezes só desilusão, É quando perco a vida Num segundo vão, Às vezes almejo a morte, Às vezes mansidão, Quando peço sorte Para a imensidão, Às vezes apenas preciso, Às vezes, na solidão Poder alimentar meu vício De amar-te até quando eu não.”

“Almejo ousadia Permeando este ar Quando aqui, deitada, fria
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“Almejo ousadia Permeando este ar Quando aqui, deitada, fria Um desejo a me esquentar Pelo corpo Intangível Trancafiado num sonho Inacessível Meu inconsciente em desatino Quase uma psicose A realidade que esvazio Parto às margens em metamorfose Torno-me luxúria etérea Reencarnação da Deusa Lascívia implacável Triplicada em intensidade venérea Vorazmente Insaciável.”

“Por que a mim não escreves? {2} - Por que a mim não escreves?
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“Por que a mim não escreves? {2} - Por que a mim não escreves? Por que, por que não escreves? Nesta essência não te inseres? Sentes que sou-me o nada? E tal nada não alimenta o que queres? Queres a vida de forma vasta? Por que a mim não escreves? Por quê? Por quê? Por quê? Tens inspiração em falta? Que falta somente a mim, Que dás aos outros, completa, Como se fossem dignos de ti. Por que a mim não escreves? Por que, tais letras, sufocas? Uma carta como outrora Sílaba esmagada pelo tempo Que descreve uma maldita história Que frágil como uma brisa do vento; Eu não quero que me escrevas Como quero… Como quero… Algo que transforme esta treva Em teu conto dramático eterno; Eu não quero que me escrevas Só quero… Somente quero… Ser a protagonista que inventas A sofrer em cada trecho mero.”