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Frase de Nicola Vital

Série: Minicontos ⁠POR QUÊ? As portas estiveram trancadas, as pessoas insociáveis e, o abraço virtual. A morte havia a espreita... PLEBE Todos os dias àquela hora as portas se trancam para um universo alheio. Aqueles que me rodeiam não são meus, e os meus não me dizem seus... REI MAU Pela hegemonia, Herodes em movimento genocida confere a morte dos primogênitos. O rei mau confabula o desamor, e nega a vida em seu reinado. Pela ciclicidade da história...

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.