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Frase de Nicola Vital

MINHA LUA ABSTRATA: À Mamãe. Se você estivesse aqui, agora e comigo, Certamente seria agraciada com a graciosidade Dessa lua nua... E libidinosamente convidativa. Naturalmente moldurada pelas estrelas a me ofuscar o brilho. Ora! Ora! E se você não estar! De certo abstrata é a sua existência. Ah! mamãe, me dê essa lua!... E eu te darei o céu, seus astros, todo o universo! Para encontrar minha criança e assim te reencontrar Perdoa-me o “borrado” da escrita! Perdoa! Foi o sal de tua vida que corre ao meu rosto. Perdoa! Ó lua musa inspiradora. Ilumina-me a estrada que busca minha criança! Ó minha estrela, conduz-me ao alto de tua divindade! Para que eu possa vislumbra-la E encontrar minha estrela guia Que não a vejo deveras.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.